segunda-feira, 16 de junho de 2014

Porque o socialismo não funciona


Recebi este e-mail ontem e como gostei muito resolvi compartilhar. Exemplo simples, prático e de facílima compreensão. Autoria desconhecida...

Obs.: No sistema americano a nota máxima é representada por A e vai se 90% a 100%, na sequencia vem o B, que vai de 80% a 90%, depois C - de 70% a 80%, seguido de D - 60% a 70% e por fim, F que é qualquer nota abaixo de 60%. C é considerado a média e consequentemente, D e F são notas abaixo da média.

Imagem retirada do Google Imagens

"Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno,  até que certa vez reprovou uma classe inteira.


Essa classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.

O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."

Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas'. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria, ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um "A".

Após calculada a média da primeira prova todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um "F". As notas não voltaram a patamares mais altos mas, as desavenças entre os alunos, a busca por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina... Para sua total surpresa.

O professor explicou: "O experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande". Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. 
Tão simples quanto o exemplo de Cuba, Coréia do Norte, Venezuela. E o Brasil e a Argentina, que estão chegando lá.."

1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;
2. Para cada um recebendo sem ter que trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;
3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;
4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividi-la;
5. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

É o mais puro retrato do Brasil que vivemos e que o PT está querendo nos enfiar guela abaixo.Muito bom! A cara do Brasil."

2 comentários:

  1. "Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado." Pelo o que você diz, pobre só é pobre porque não se esforçou? Ah, claro, ele tem um trabalho degradante, passa por dificuldades imensas, herdadas por anos de políticas de "meritocracia", onde os que têm condições podem se preparar melhor, mas, ao seu ver, isso não é esforço. Daí dizem: "Então melhorem as escolas, deem (SUB)empregos". Sim, é claro que isso tem que ser feito. Mas o resultado não é imediato, então os que tiveram anos de desfavorecimentos ou se "adaptam" logo ou passam fome? Sem contar que pleno emprego não é sinônimo de condições para todos, visto que para sustentar o modo de vida de uns, outros têm que abrir mão, daí os subempregos que mal alimentam uma família.

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  2. The Goat Strikes Again...3 de julho de 2014 16:29

    Não está dito no texto que "pobre só é pobre porque não se esforçou". Isso é uma interpretação equivocada e enviesada do artigo que, aliás, é bem claro. O que está dito ali é que as pessoas precisam de incentivo para produzir. E quando o fruto de seu esforço lhes é retirado para ser entregue, de mão beijada, a quem não se esforçou, isso lhe tira o incentivo para continuar produzindo. A questão dos salários é outra. Salários variam em função do trabalho a que estão relacionados. Os trabalhos que exigem maior qualificação pagam melhor. Além do mais, quem manda nos preços (e salário é preço do trabalho) é a lei de "oferta e procura". Assim, tudo que é raro é caro; e tudo que é abundante é barato. Para que a mão de obra se torne mais cara, além da maior qualificação, é preciso que ela seja rara, disputada. Para que a mão de obra seja disputada, é preciso que exista um mercado de trabalho aquecido, com várias empresas disputando a mão de obra disponível, cada uma disposta a pagar mais para conseguir preencher os empregos que têm para oferecer. Acontece que empresas são fruto de investimentos. Melhor dizendo, uma empresa É um investimento. E as pessoas só investem quando há retorno, quando há recompensa justa pelo risco que correm ao investir, quando há regras claras e segurança jurídica. Quando não há recompensa, as pessoas optam por investimentos mais simples que montar uma empresa, como simplesmente deixar o dinheiro na poupança ou investir em outras regiões, em outros países. O que o artigo diz é justamente isso: é preciso incentivo, recompensa suficiente para levar as pessoas a correr riscos e investir na formação de empresas que irão contratar pessoas, disputar a força de trabalho no mercado, treiná-las, qualificá-las e, nesse processo de pressão por contratar e qualificar, ter como consequência natural a valorização do trabalho. Quando esse ciclo virtuoso se verifica, o número de empresas aumenta (mais investimento), as empresas existentes aumentam sua produção (investimento), com os salários mais altos (pela disputa) aumenta seu poder de compra, que leva a um aumento de consumo. Com o consumo mais elevado aumenta a arrecadação de impostos por parte do governo que, dessa forma, passa a dispor de mais recursos para investir em educação e infra-estrutura, o quê, por sua vez, amplia as condições de novos investimentos em produção serem realizados pelos empresários, investidores, profissionais liberais e trabalhadores autônomos. Por outro lado, quando o governo, através de muita intervenção ou taxação, inibe a disposição das pessoas de assumir riscos e investir, então não há contratações (pelo contrário, pode haver dispensas), não há investimento, e a mão de obra vai se tornando cada vez mais ociosa e abundante (a população em idade de trabalho aumenta todos os anos), o deprecia o valor do trabalho. É por isso que todas as experiencias socialistas no mundo fracassaram, e mesmo onde elas perduraram por algum tempo isso se deu às custas de regimes tiranos, ditaduras, em que, alem de miséria, as pessoas passaram a experimentar restrições em suas liberdades individuais. Em apenas 70 anos do século vinte, as experiencias socialistas no mundo acabaram produzindo uma montanha de mais de 100 milhões de cadáveres (mais do que a soma dos mortos nas duas guerras mundiais)! Não é à toa que quem mora em Cuba ou na Coreia do Norte quer sempre fugir de lá, ao passo que ninguém que viva em países livres de dispõe a se mudar para lá (nem os socialistas de carteirinha). Apesar de todo o discurso dos fanáticos, um fato é claro: só as economias liberais, capitalistas, foram capazes de, realmente, gerar e distribuir renda, garantir progresso e desenvolvimento, e funcionar sob governos plenamente democráticos, sob estado de direito, liberdade de iniciativa e expressão, e com respeito às liberdades individuais.

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