segunda-feira, 2 de maio de 2016

Positive Vibration: música para beijar o padeiro

Ontem quando escrevi o texto sobre a importância de cercar-nos de energias positivas lembrei-me de uma música que quando escuto me traz ótimas sensações. O título já diz tudo: Positive Vibration do mestre do reggae, Bob Marley.

Pra quem já conhece, escute e levante seu astral. Pra quem não conhece, entre no clima jamaicano e fique leve com o suingue e letra dessa música. 




Positive Vibration: Bob Marley

Live if you want to live
(Rastaman vibration, yeah! Positive!)
That's what we got to give!
(I'n'I vibration yeah! Positive)
Got to have a good vibe!
(Iyaman Iration, yeah! Irie ites!)
Wo-wo-ooh!
(Positive vibration, yeah! Positive!)

If you get down and you quarrel everyday,
You're saying prayers to the devils, I say. Wo-oh-ooh!
Why not help one another on the way?
Make it much easier. (Just a little bit easier)

Say you just can't live that negative way,
If you know what I mean;
Make way for the positive day,
'Cause it's news (new day) - news and days -
New time (new time), and if it's a new feelin' (new feelin'), yeah! -
Said it's a new sign (new sign):
Oh, what a new day!

Pickin' up?
Are you pickin' up now?
Jah love - Jah love (protect us);
Jah love - Jah love (protect us);
Jah love - Jah love (protect us).

Rastaman vibration, yeah! (Positive!)
I'n'I vibration, yeah! (Positive!) Uh-huh-huh, a yeah!
Iyaman Iration, yeah! (Irie ites!) Wo-oo-oh!
*Positive vibration, yeah! (Positive!)

Pickin' up?
Are you pickin' up now?
Pickin' up?
Are you pickin' up now?
Pickin' up? (Jah love, Jah love -)
Are you pickin' (protect us!) up now?
Pickin' up? (Jah love, Jah love -)
Are you pickin' (protect us!) up now?
Pickin' up? (Jah love, Jah love -)
Are you pickin' (protect us!) up now?
Pickin' up?
Are you pickin' up now?


domingo, 1 de maio de 2016

Criando um ciclo virtuoso em nossas vidas


Acabei de ler um texto neste link ( https://osegredo.com.br/2016/03/ciencia-explica-porque-reclamar-altera-negativamente-seu-cerebro/ ) tudo a ver com o blog. Ele basicamente dá uma explicação científica de porque pensamentos negativos atraem mais pensamentos negativos, como uma reação em cadeia. 

Sem mesmo saber de qualquer comprovação científica, intuitivamente sempre percebi isso e por isso sempre busquei me cercar de ideias, pessoas, momentos, lugares, atitudes e ideias virtuosas, pra cima! 

Da mesma forma, tento me afastar de assuntos, pessoas, lugares e circunstâncias pesadas. Têm dias que a gente fala com "aquela amiga"e por alguma razão, uma ou outra está com a língua afiadíssima e o veneno rola solto. Por isso mesmo é importante estar consciente do quão cíclico é este fenômeno e tentar evitá-lo. Não traz nada de bom para ninguém! 

É isso aí... Vamos finalizando o final de semana com esta reflexão, para iniciar a próxima semana dando muitos beijos no padeiro! 

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Essa fase da vida

Recebi esse texto de uma amiga e achei muito lindo e verdadeiro. Pesquisei na internet e descobri que a autoria é de Hayley Hengsta do austin.citymomsblog.com traduzido por alguém do mundo virtual...


Essa fase da vida. Como é difícil, gente.

Eu estou falando com você, mãe por volta dos 30. Você tem filhos. Provavelmente dois, três, talvez quatro deles. Eles provavelmente estão na faixa etária que vai de recém-nascidos até 7 ou 8 anos de idade. (Tirando aqui e ali, em todas as estatísticas acima mencionadas).

Nessa fase da vida você está lidando com exaustão. Mental, física e emocional.

Nessa fase da vida, você está lidando com dentes nascendo. Com infecções de ouvido. Com viroses. Você está fazendo malabarismos para encaixar os horários das sonecas com os horários das refeições e as aulinhas de futebol. Tentando equilibrar um milhão de bolas nesse malabarismo diário, e provavelmente sentindo como se estivesse deixando cair a maioria delas.

Nessa fase da vida, você está lidando com a culpa. Culpa por ter uma carreira e não passar tempo suficiente com seus filhos. Ou culpa por ficar em casa com seus filhos e não fazer o suficiente para contribuir financeiramente. Culpa por estar sendo muito dura com seus filhos. Ou demasiadamente maleável. Culpa porque sua casa está limpa, mas os seus filhos foram ignorados o dia todo. Ou culpa porque você curtiu seus filhos durante todo o dia mas agora seu marido está voltando do trabalho e encontrará uma casa suja. CULPA.

Nessa fase da vida, você é bombardeada diariamente por uma série de decisões. Algumas delas possuem a capacidade de mudar o percurso da sua vida, outras não. Para nenhuma delas existem respostas únicas e bem definidas. Vacino meus filhos? Ou não? Os mando para a escola pública? Escola privada? Os ensino em casa? Continuo a amamentar? Aperto ainda mais o orçamento para que eu possa comprar apenas comida orgânica? Posso forçar meu filho a pedir desculpas, mesmo que o pedido de desculpas será insincero? Você não tem as respostas para tudo, mas você sente uma pressão constante para tomar decisões acertadas.

Essa fase da vida é cada vez menos sobre ver seus amigos casando e tendo filhos, e mais e mais sobre testemunhar seus amigos lutando para salvar um casamento, e às vezes se divorciando. É uma fase em que você mesma tem que investir tempo, esforço, trabalho e energia para se certificar de que seu próprio casamento permaneça saudável. E isso é bom, mas é difícil também. Nesse estágio da vida, você ou alguém que você conhece já lidou com infertilidade. Abortos espontâneos. Perda de um filho.

É uma fase em que você está comprando casas, vendendo casas, reformando, se mudando. Apenas para, daqui a alguns anos, fazer tudo novamente.

É uma fase em que seus hormônios estão enlouquecidos. E com razão. Você basicamente esteve grávida, no pós-parto, ou amamentando pelos últimos anos, certo?

É uma fase em que você está sofrendo para estabelecer uma identidade. Minha identidade inteira se resume a “mamãe”? Existe alguma coisa que ainda resta de mim que não seja sobre a maternidade? Existe algo mais glamoroso que eu poderia ou deveria ter feito com a minha vida? Eu já pareço uma mãe agora, não é? Sei que sim.

É uma fase em que você está em uma busca constante por equilíbrio, e nunca consegue alcança-lo.

É uma fase da vida onde você está sobrecarregada. Constantemente. Você está sobrecarregada de perguntas. Seus filhos nunca param de fazer perguntas. Você está sobrecarregada de tanto toque. Você está constantemente carregando alguém ou alguém está constantemente segurando você, pendurado em você, tocando você. Você está sobrecarregada de afazeres. Há muito a fazer. A lista nunca acaba. Você está sobrecarregada de preocupação. Você está sobrecarregada de coisas. Como os muitos brinquedos que seus filhos têm. Você está sobrecarregada de atividades. Você está sobrecarregada de pensamentos (ideias sobre como não estar sempre tão sobrecarregada, talvez?).

É difícil.

Então… o que você precisa fazer para sobreviver tudo isso?

Você precisa pedir ajuda.

Você precisa aceitar ajuda quando te for ofertada.

Você precisa não negligenciar o seu casamento. Você precisa colocar seus filhos na cama cedo. Sentar na varanda com o seu marido, beber uma taça de vinho e ter uma conversa agradável.

Você precisa de amigas.

Você precisa da sua mãe.

Você precisa de amigas mais velhas, que já passaram por isso. Que podem te assegurar que você não está fazendo tudo errado assim como você pensa que está.

Você precisa não se sentir mal em usar o tempo da soneca dos filhos para fazer algo para você, inclusive descansar também.

Você precisa ajustar as suas expectativas… E depois provavelmente ajusta-las novamente.

Você precisa simplificar. Simplifique cada parte da sua vida, tanto quanto possa ser simplificada.

Você precisa aprender a dizer “não”.

Você precisa praticar o contentamento.

Você precisa ficar bem em deixar seus filhos durante a noite, e ir à algum lugar. Qualquer lugar.

Você precisa fazer algo que você gosta, todos os dias, mesmo que seja por não mais de 15 minutos.

Você precisa rezar. Colega, como você precisa rezar.

Você precisa de um café que você ame, um vinho que você ame, e um banho de espuma que você ame.

Finalmente, e talvez mais importante, você precisa lembrar que…

Essa fase da vida é bonita também. Realmente muito bonita. Essa é a fase da vida sobre a qual cada pessoa mais velha com quem você encontrar lhe dirá sempre que “você vai sentir saudades.” E você já sabe que é verdade. É a fase em que seus filhos mais te amam. Nunca mais, por toda sua vida, seus filhos te amarão assim de novo. É a fase em que eles encaixam corpinhos inteiros no seu colo buscando aconchego… Enquanto eles ainda conseguem, e o mais importante, enquanto ainda querem. É a fase em que seus maiores problemas são apenas infecções de ouvido e dentes nascendo e viroses, e você não está tendo que lidar ainda com coisas como corações partidos ou vício ou bullying. É a fase em que você está aprendendo a amar o seu parceiro de uma maneira completamente diferente. Mais difícil mas também melhor. A fase em que vocês estão aprendendo juntos, crescendo juntos, sendo testados, tendo o egoísmo dissipado, e realmente se transformado em “um”. É a fase em que você começa a enxergar o Natal, Halloween, a Páscoa através dos olhos dos seus filhos e é muito mais divertido e mágico do que seria apenas através de seus próprios olhos. É a fase em que você vivencia seus pais como avós… e eles são ainda melhores. É a fase da vida cheia de excursões escolares, festinhas de aniversario, fantasias, aulinhas de natação, banhos de espuma, dentes soltos e primeiros passos. E essas coisas são tão divertidas. É a fase em que você é jovem o suficiente para se divertir, mas tem idade suficiente para ter obtido pelo menos um pouco de sabedoria. É tão linda e divertida essa fase.

Mas poxa, como é difícil!


quarta-feira, 27 de abril de 2016

Reflexões sobre o aleitamento materno


Meu filho tem um ano e dois meses e até hoje é amamentado. O tema sempre me interessou, mas depois que virei mãe tive mais oportunidades de conversar com outras mães sobre o assunto. 

Vou compartilhar um pouco sobre as minhas percepções teóricas e práticas. 

A todo tempo vemos por aí inúmeras campanhas em defesa do aleitamento materno. A maioria delas sempre batendo nas mesmas teclas: da livre demanda (falo mais sobre esse tema neste texto: http://www.beijonopadeiro.com/2015/11/amamentacao-livre-demanda-x-rotina.html?m=1 ) e de que toda mulher é capaz de amamentar de acordo com as recomendações da OMS: exclusivamente por seis meses e depois até a criança completar pelo menos dois anos. 

Vemos depoimentos e histórias super encorajadoras de mães que superaram as mais incríveis adversidades e se mantiveram firmes e fortes no propósito de amamentar. Muitas delas, entretanto, fazem a coisa parecer muito mais simples do que a que realmente é.

A principal coisa que vejo é em relação à quantidade de leite produzido. Muitas campanhas batem pé firme de que toda mulher tem leite suficiente para amamentar seu filho, que não existe mulher com pouco leite. 

Sinceramente, não é isso que observo na prática. Vejo mulheres que são verdadeiras vacas leiteiras, capazes de amamentar seus filhos e ainda ordenhar leite para doar. Vejo outras que não conseguem ordenhar mais do que 40ml de leite. 

Eu me enquadro no meio dessas aí, não sou como uma amiga que ordenhou de uma só vez 800ml de leite e nem como outras que nunca conseguiram ordenhar mais de 40ml. Mas, escutando relatos mais díspares, cheguei à simples conclusão de que existem sim mulheres com pouco leite. Acho importante frisar isso pois algumas campanhas são tão enfáticas na ideia de que toda mãe tem leite suficiente para amamentar seu filho que chega a fazer algumas mães se sentirem mal, quando, apesar de todo o esforço, não conseguem e precisam introduzir algum tipo de complementação antes dos seis primeiros meses de vida do bebê.

Inúmeros fatores interferem na produção de leite: o sono, o cansaço, o estresse, a alimentação, a integridade da mama, a pega do bebê... Enfim, diante de tantas variáveis, independente da causa, a produção de leite de uma mãe pode ser comprometida e isso precisa ser visto de maneira natural.

Acho fantástico que ocorram campanhas que estimulem o aleitamento materno, assim como do parto natural. Falei até um pouco sobre a minha visão do parto humanizado neste texto: http://www.beijonopadeiro.com/2015/04/o-que-e-um-parto-humanizado.html?m=1 . Mas, acima de tudo, acho que deve-se haver respeito, condescendência e menos julgamento às mães que fazem cesarianas e/ou não amamentam. Seja por escolha ou impossibilidade, esses fatores não fazem delas mães menos amorosas e dedicadas.