Adoro idéias simples e práticas. Não ando cortando muitos tomates com frequência, mas quando precisar fazer isso, certamente lembrarei deste vídeo... Aproveitem!!!
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terça-feira, 29 de abril de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
SOS Dona de Casa: iRobot Roomba

Hoje eu vou falar do bichinho de estimação que mudou minha vida neste último mês. Toda vez que comento sobre ele percebo que normalmente as pessoas ficam espantadas, pois desconhecem essa nova espécie... Ele é um bichinho maravilhoso!! Obediente na maior parte das vezes (um pouco rebelde de vez em quando), não faz sujeira e ainda me ajuda a manter a casa limpa.
Será que sabem do que estou falando?? Do meu super robozinho que varre e aspira a casa. Sonho de consumo de qualquer dona de casa, que tive a sorte de ganhar de presente de meu marido, que fez uma viagem à trabalho para o exterior recentemente, e teve a boa vontade de sair em seu raro momento livre, para comprar isso para mim e também de trazer esse pequeno trambolho em sua bagagem de mão. Como ele não trouxe mais nada e estava com uma mala bem pequena, não teve nenhum problema de tributação, mas penso que não deve ser tão simples para quem volta com as malas lotadas de compras, acrescentar esse item, apesar de achar que vale MUITO à pena!! Melhor que joia, roupa, bolsa, perfume, maquiagem, sapato... Não trocaria-o por nenhum outro presente de viagem e comprar aqui no Brasil, assim como a maioria das novidades tecnológicas, sai super caro!
Depois que ganhei o meu descobri que existem outras marcas e que pelos reviews parecem até melhores. Mas estou tão satisfeita com meu robozinho que não dei bola quando fiquei sabendo disso. Já vi vendendo aqui no Brasil, na Fnac, mas era um modelo bem antigo pelo preço do modelo mais novo (quando comprado nos EUA). O meu é o iRobot Roomba 770, mas já foi lançado o 780.
Meu bichinho fica quietinho, no canto da sala, no carregador. Está programado para varrer e aspirar a casa todos os dias às 8:00 da manhã, quando a casa está vazia e nos finais de semana damos uma folguinha. Onde moramos junta muita poeira e como o piso é claro, de um dia para o outro a casa ficava logo com aspecto de suja, com cabelos pelo chão. Há um mês não sei mais o que é isso...
Às vezes acontece de a porta de algum cômodo bater e ele ficar preso e não terminar de rodar a casa, mas já comprei calços para resolver esse problema. Também acontece dele ficar apaixonado por determinado cômodo e não querer sair mais de lá, enfim, pode ficar meio perdidinho, mas no geral dá conta do serviço e limpa super bem. Tem um espaço, com filtro, onde a sujeira é acumulada e é facilmente removível para limpeza.
Preciso dizer que SUPER recomendo??? Vale cada centavo, até porque com a economia que se faz com empregada/diarista, ele rapidamente se paga... Mesmo quem já não tem empregada em casa (como eu), vai ganhar muito tempo e a mágica de chegar em casa todos os dias e encontrar o chão sempre limpinho não tem preço. Ele entra debaixo das camas, do sofá, sobe no tapete, quando encontra uma barreira, desvia o caminho e quando termina todo o serviço volta sozinho para o carregador. Além disso, vem com controle remoto e duas barreiras magnéticas que permitem que algum ambiente (ou parte dele) seja isolado. Tudo de bom!!!
Nesses vídeos dá para ver o seu funcionamento. Divirtam-se e vou ter que permitir que fiquem com inveja - eu fiquei morrendo de inveja quando vi essa super inovação funcionando na casa de minha vizinha e não sosseguei enquanto não providenciei o meu.
P.S.: Existe outro robozinho que passa "pano molhado" na casa, chama-se Scooba, que também pode ser usado em áreas molhadas e está em minha lista de desejos futuros, risos! Vídeo abaixo!!
domingo, 23 de março de 2014
Depoimento para beijar o padeiro!!!
Vou finalizar o final de semana com esse depoimento lindo que acabei de receber pelo whatsapp. Infelizmente não consegui publicar o link aqui no blog, mas não deixem de clicar aqui para assistir.
São apenas quatro minutinhos e muita inspiração para nos dar vontade de encher o padeiro de beijos!!
Tenham um ótimo início de semana!!!
domingo, 9 de março de 2014
Vídeo para Beijar o Padeiro: A importância da Beleza por Roger Scruton

Imagem retirada do Google Imagens
Ontem falei sobre o privilégio concedido às mulheres de serem veneradas mundo afora, sendo ícones da beleza humana. Hoje vou falar um pouco sobre a importância que tem a beleza em nossas vidas - algo que tem sido relegado na sociedade moderna, que venera a ideia de que tudo precisa necessariamente ser útil.
Talvez, por esse motivo, tenha me identificado tanto com a biografia de Steve Jobs. O homem revolucionou o mundo da tecnologia, mas ao mesmo tempo era neurótico com os mínimos detalhes relacionados à estética dos produtos que sua empresa lançava no mercado. Sou arquiteta, como sabem, e acredito piamente nisso. A presença do belo em nossas vidas é um diferencial para a felicidade e é este o sentido da arte: trazer mais beleza à vida das pessoas.
Há mais de quatro anos, tentei explicar neste texto o sentido da arte (chamando o que alguns consideram arte de uma forma de terapia) e hoje vou compartilhar um vídeo que expressa exatamente o que penso dela. A apreciação da estética do belo transborda de mim. Por esse motivo consigo perder noção do tempo em um bom museu, admirando uma bela paisagem ou me transportar para o infinito através de determinadas músicas.
A arte faz parte de minha vida quando arrumo cuidadosamente uma cama; quando cuido para que toda a louça esteja combinando e bem organizada na mesa; quando escolho uma bela roupa-de-cama; quando molho as minhas plantas, garantindo que a vida seja preservada em casa; quando penduro quadros na parede, trazendo cor e alegria ao ambiente; quando preparo cuidadosamente um prato de comida; no cuidado que tenho ao escolher palavras para escrever; na vontade que tenho de não chocar e simplesmente viver em harmonia com o entorno; na escolha por um tom de voz suave e gentil; na delicadeza de um sorriso; na manutenção do bom humor; na atenção e carinho ao próximo; na contemplação de pequenas belezas cotidianas, como flores que brotam nos canteiros da cidade, o por do sol, o mar ou as montanhas que me cercam; na escolha das cores que visto; quando faço as minhas unhas ou capricho na maquiagem para um evento especial; na arrumação dos espaços onde circulo e habito; no zelo com a estética de uma forma geral...
Este vídeo demonstra a essência do que pretendo quando proponho que devemos Beijar o Padeiro constantemente. Não deixe de assistir e de dar muitos Beijos no Padeiro!
P.S.: Algumas pessoas não estão conseguindo visualizar no atalho que coloquei abaixo, se esse for o seu caso, clique aqui!
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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
A lição da "mulher mais feia do mundo" - VÍDEO IMPERDÍVEL
Acho que esse é um dos vídeos mais emocionantes que já assisti em minha vida. Estava morrendo de saudades de ser tocada por coisas que reforçam a minha vontade de Beijar o Padeiro. Quanta inspiração!!! Lizzie, meus parabéns!!! Se a humanidade seguir o seu exemplo, nosso planeta se transformará em um palco de estrelas!!!
Por algum motivo não consegui postar o vídeo legendado aqui. Mas ele está NESTE LINK - não deixem de assistir, é IMPERDÍVEL!!!
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Em defesa da Amélia moderna


Nas imagens acima (retiradas do Google Imagens) quis ilustrar dois tipos de mulheres, nenhuma é melhor do que a outra - ambas podem ser lindas e interessantíssimas!
Acabei de assistir a este vídeo e confesso que fiquei chocada. É desta forma que o movimento feminista pretende se impor? Massacrando os homens? Tem gente aplaudindo isso?
Em primeiro lugar gostaria de frisar que não ter uma atitude feminista é completamente diferente de apoiar ou aplaudir qualquer tipo de assédio sexual ou ofensa dirigida à mulher, como mostra o filme. A coisa é colocada de uma maneira maniqueísta, dando a entender que a mulher sempre foi uma pobre coitada da sociedade e o homem o bonzão. A velha história das vítimas e coitadinhos... Não é bem assim.
Uma mulher não precisa agir como um homem ou roubar o seu lugar na sociedade para ser uma grande mulher. Mas é isso que o feminismo prega. A lavagem cerebral é tão grande que a mulher moderna não aceita mais ser mulher (nos moldes tradicionais) sem sentir que isso é sinônimo de fracasso. É como se para sentir que tem valor, uma mulher não pudesse se dar ao luxo de ser o que simplesmente é: mais frágil, mais sensível... Isso não é preconceito, é fisiologia: a mulher tem outro corpo e principalmente um ciclo hormonal completamente diferente. Não dá para querer desconsiderar esses fatos e achar que homens e mulheres podem inverter seus papeis tão naturalmente.
Claro, que se algum dos dois, assim deseje (inverter papeis), nada os impede. Mas, convenhamos que uma mulher que decida ser operária de obra terá que submeter seu corpo a um esforço físico muito maior do que um homem (existem exceções, estou falando de padrões de biótipos). Tanto é possível que vemos de tudo: homens trabalhando na cozinha e mulheres dirigindo caminhões. O fato de ser possível, não significa que isso precisa se tornar um padrão ou que é o correto. Pensar desta maneira é julgar o contrário como errado e inferiorizar quem simplesmente resolva seguir padrões femininos e masculinos tradicionais na sociedade.
Uma mulher pode optar em se dedicar somente ao trabalho e entrar em um acordo com o seu marido onde ele assuma as responsabilidades domésticas. Como sempre digo, são escolhas pessoais. Não dá para pregar essa inversão como sendo o certo e como se uma mulher que resolva não seguir este padrão esteja errada. Esta mania de impor certos conceitos na sociedade está completamente equivocada. A partir do momento que aplaudimos um vídeo como este, o que estamos fazendo? Dizendo que a mulher que assume ser dona-de-casa não é digna do seu valor? Tenha a santa paciência.
Acho que faltam mulheres que digam o quanto são felizes como donas-de-casa ou executando papéis tradicionalmente femininos. O que vejo hoje, é o contrário: mulheres entrando em conflitos terríveis quando são impostas a estes papeis, simplesmente porque a sociedade criou um padrão de que esse é o modelo da mulher infeliz e submissa - sem valor. Isso é tão forte, que mulheres que atuam no mercado de trabalho tendem a propagar esse preconceito, desdenhando de quem não trabalhe fora de casa. Ou seja, a desunião e o preconceito começam entre as próprias mulheres. Consequentemente, hoje existe um estereótipo de que a mulher só tem valor enquanto profissional do mercado, desdenhando a nobre atribuição de cuidar de um lar, de uma família.
Eu já vivi os dois lados e vejo grande mérito em ambos. Por isso não gosto de julgar o papel da mulher na sociedade. Acho que cada uma deve escolher o seu papel (de acordo com sua identificação pessoal) e deve ser respeitada por sua escolha. Qual o problema de uma mulher não gostar de cozinhar, detestar tarefas domésticas e só pensar em trabalhar? Nenhum! É uma escolha... Nem por isso ela é melhor do que aquela que dedica a sua vida à cuidar da família e não tem uma atividade remunerada.
E quanto aos homens? É muito fácil para as mulheres se fazerem de coitadas. Gosto de olhar pro outro lado. Tem muito homem que dá um duro danado, trabalha de sol a sol, para cumprir o papel de chefe financeiro da família. Será que ele não preferiria ter mais tempo livre, ficar mais tempo com os filhos? A mulher que não trabalha e tem um marido que a sustente, também não pode se colocar como vítima. O que ela precisa é mostrar o quão importante são as tarefas que ela executa (que alguém precisa fazer, já que o homem passa o dia fora de casa) e que o fato de não ser um trabalho remunerado, não significa que tenha menos valor. Ela tem que admitir para si mesma o quanto é bom ter flexibilidade nos horários, conseguir encaixar uma massagem, manicure ou pilates no meio da tarde e ser grata ao fato de poder estar próxima dos filhos ou mantendo a casa em ordem, justamente por ter um marido que cuide do aspecto financeiro da família. Cada papel tem o seu ônus e o seu bônus e precisa receber seu devido valor, sem esta ideia equivocada de que para o homem tudo é fácil e a mulher é uma coitadinha submissa, não é bem assim...
Homens. Não são todos safados, agressivos, desrespeitosos... Uma mulher que cuida bem do seu homem tem maiores chances de ter um marido atencioso e respeitador, consequentemente um lar equilibrado e feliz. Qual homem não gosta de chegar a casa, depois de um longo e estressante dia de trabalho e encontrar a casa limpinha, arrumadinha, comida gostosa, um ambiente acolhedor, uma esposa alegre, disposta a escutar seus problemas e lhe dar forças para continuar enfrentando aquele ambiente de trabalho muitas vezes tenso e competitivo? O homem que foge do ambiente familiar é porque não encontra nele aconchego, preferindo muitas vezes a companhia de amigos no futebol ou boteco. Claro que os últimos exemplos são naturais e salutares esporadicamente, mas se isso se torna regra, demonstra fuga, ou seja, sinal de que o lar não anda muito atrativo. Será que o papel da dona-de-casa é tão secundário assim?
Mulheres. Quem disse que a mulher que "depende" financeiramente do marido é fraca e submissa? Quem disse que ela não é feliz tendo o dia inteiro para cuidar de si, da casa e da família? Quem disse que é ruim fazer supermercado, cozinhar, manter as coisas em ordem, levar e pegar os filhos em aulas e não ter que se preocupar em fazer dinheiro? Desde quando uma pessoa nesta situação merece ser vista como "coitada"? E se ela não gosta de fazer essas coisas, o que impede que deixe de fazer, terceirize ou delegue estas atribuições e passe o dia na rua trabalhando de forma remunerada?
Enfim, acho que cheguei ao meu ponto. Fui criada em uma sociedade que quer pregar valores feministas como se fosse o auge da conquista de qualquer mulher (assumir o papel masculino na sociedade). Pode ser para umas, mas não é para todas. O problema é que a lavagem cerebral é tão grande que quem sofre as consequências são aquelas que assumem o papel da mulher tradicional na sociedade (seja por opção ou por necessidade) - que acabam sendo vistas e taxadas como inferiores, quando na verdade não diferem em nada de uma grande executiva.
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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
O poder da paixão - Vídeo inspirador com Richard St. John
Um dos temas que mais gosto de abordar aqui no blog é a paixão pelo trabalho (vocação), o que leva muita gente a mudar de profissão (inclusive eu). Por conta disso, fico muito inspirada sempre que assisto alguma palestra ou leio algum texto que aborde este assunto.
Obs.: Se assistir pelo youtube, conseguirá ver o vídeo com legendas - basta clicar no ícone legenda e selecionar para traduzir as legendas do inglês para o português
Super me identifiquei com o vídeo acima! Já falei aqui antes, mas sei que a maioria dos meus leitores não leu os mais de 500 textos do blog, então não custa repetir a historinha... Sou uma dessas pessoas que ele descreve no vídeo. Movida pela paixão. Isso me leva a sempre experimentar coisas novas e quando encontro alguma que se perpetua sei que existe um romance especial entre eu e esta determinada coisa (ou pessoa).
Para saber o que queremos é fundamental descartar aquilo que não queremos. E para saber aquilo que não queremos é preciso experimentar...
Tem pessoas que são menos inquietas neste sentido, que se casam com o primeiro namorado e/ou tem a sorte de se identificar com a primeira profissão. Quem não é deste tipo corre o risco de "se desesperar" ao ver a melhor amiga naquele namoro estável de cinco anos, enquanto esta pessoa já está na décima tentativa de namoro no mesmo intervalo de tempo. Ou então, quando decide mudar de carreira depois de 10 anos investindo seu tempo (e dinheiro) em algo em que visivelmente traz mais dor de cabeça do que palpitação.
O mal da sociedade são os padrões criados e a mania que as pessoas têm de fazer comparações. Essa cultura começa na infância, quando as mães instigam competições entre os colegas dos seus filhos e seus próprios irmãos. Comparam: altura, aptidão nos esportes, idade que começam a falar ou andar e claro as notas... Isso causa uma pressão e ansiedade desnecessária (e retroalimentada) entre pais, filhos e colegas e cresce como uma bola de neve... Alguns jovens, infelizmente buscam as drogas como forma de transgressão, na verdade como fuga da pressão... Outros têm a "sorte" de serem os TOPs na lista de comparação (e também sofrem demais a pressão de não poderem desapontar pela expectativa que recebem de serem sempre os melhores em algo) e os medianos (a maioria das pessoas), seguem as suas vidas, errando aqui, acertando ali e descobrindo sozinhos as suas receitas de viver (porém não menos pressionados pelos padrões do que é considerado ideal).
Não existe receita de bolo para ser feliz ou ter sucesso nessa vida. O que tenho percebido é que a maioria das pessoas que parecem ícones de sucesso e destaque, quando vistas de perto, são cheias de dúvidas, questionamentos, angústias e anseios. Não sou a favor de comparações, mas acho que se for fazer alguma, que seja com alguém que se conheça profundamente. Tem um ditado que diz: se juntar um grupo de pessoas e todas elas colocarem seus problemas na mesa e darem a elas a chance de trocá-los, no fim, cada uma escolherá continuar com o seu. É isso mesmo, carregamos a cruz do tamanho e peso ideais que suportamos...
Então, para o ano novo, meu desejo é que as pessoas vivam suas vidas com mais paixão. Que olhem mais para si mesmas e menos para o próximo. Que respeitem seus tempos e limites. Que foquem mais nos seus sonhos e vontades e se libertem das comparações que as fazem acreditar que precisam almejar aquilo que é senso comum. Que acreditem nos seus sonhos, por mais esdrúxulos que pareçam... O que seria do mundo se todos tivessem o mesmo sonho? É justamente a diversidade de pensamentos e ideais que fazem deste planeta um lugar tão rico e especial para se viver. Que venha 2014!!!
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Dr. Neil Barnard em mais uma palestra inspiradora
Não é a primeira vez que eu falo do Dr. Neil Barnard aqui no blog e o motivo é simples: admiro e respeito muito o seu trabalho. Esta palestra ocorreu em outubro deste ano e fala das relações entre alimentação e saúde mental. É um pouco longo, mas quem conseguir entender bem o inglês não vai se arrepender. O conteúdo é ao mesmo tempo científico e bastante acessível para qualquer pessoa. Se você gostar do vídeo, digite o nome dele no youtube e encontrará outros ótimos!!
P.S.: Voltando a este assunto: uma das recomendações dele para a saúde mental é o exercício bilíngue do cérebro. Então, se ainda não consegue assistir um vídeo em inglês sem legendas, que tal colocar isto como meta para 2014? Prometo que só tem a ganhar!!
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quinta-feira, 24 de outubro de 2013
SUPERAÇÃO: Vídeo para Beijar o Padeiro
Pratico natação desde os sete anos de idade e entre idas e vindas já conheci muita gente inesquecível e inspiradora. Em 2003, em meu treino tinha um anão e um cara com uma perna só: era incrível observar a garra e a superação deles, que não ficavam para trás de ninguém na turma, apesar das adversidades... Em 2004 comecei a nadar com um paraplégico e nesse tempo já não fazia mais parte de nenhuma equipe, era nado livre - ou seja, ninguém para cobrar, exigir ou passar o treino: pura força de vontade e determinação. Ele tampouco fica para trás em termos de velocidade, preciso unir pernas e braços para competir com as suas fortes braçadas! Ficamos amigos e sua alegria de viver e entusiasmo sempre foram contagiantes: até hoje lembro dele quando entro em fases preguiçosas, pois é fiel à natação faça chuva ou faça sol, já eu, carrego o título de 'nadadora de verão' no clube. Nem preciso dizer que não me orgulho nem um pouco deste meu apelido e admiro profundamente a garra de quem supera obstáculos que para muitos parecem intransponíveis. Ter conhecido esses atletas é um grande motivo para beijar o padeiro, ser grata pela vida e ter grandes exemplos do que é saber extrair o melhor dela. Claro que lembrei deles quando assisti este vídeo... Simplesmente emocionante!
Vídeo feito por Renato Cabral e narrado por Leandro Sosi
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Saindo da caixinha
Amei este vídeo. Para variar procurei a versão legendada no youtube e não encontrei... Assim, continuo encorajando os meus leitores a aprimorarem o aprendizado de um segundo idioma, no caso o inglês.
Outro dia meu queixo caiu quando um amigo, suuuuuuper culto, devorador de livros, que está fazendo doutorado aos 27 anos de idade, me falou que nunca tinha ouvido falar no TED. Sou simplesmente fã do canal, capaz de passar horas assistindo e reassistindo vídeos... INSPIRADORES!
Jacob Barnett no TEDxTeen
Nos tempos de hoje e se não tivesse os pais que tenho, certamente seria um caso clássico de indicação para Ritalina. Que sorte eu tive! Aqui estou eu, não entrei na faculdade aos 10 anos, como o garoto do vídeo, mas me desenvolvi de forma normal, socialmente, academicamente e fisicamente, sem deixar que os tabus da sociedade me afetassem... Era para ter quebrados os meus ossos por falta de cálcio na dieta (leite e derivados nunca fizeram parte do meu cardápio); perdido de ano na escola algumas vezes (passei em todos os vestibulares que fiz, inclusive na Federal, super bem colocada, aos 17 anos); ter morrido de desnutrição (fui uma criança bem magra e muitas pessoas atribuíam isso ao fato de nunca ter comido carne); não saber falar português por ter estudado em escola americana (não sou nenhum professor Pasquale, cometo erros aqui e ali, mas estou anos luz na frente de um sujeito que foi presidente do país por oito anos); ser péssima em matemática, pois adoram advogar contra o nível da matemática ensinada na escola americana (minha primeira formação é na área de exatas); ter poucos amigos, por ter estudado em uma escola pequena e restrita (quem me conhece sabe que fazer e manter amigos definitivamente passa longe de ser um problema); ter engravidado precocemente (nunca tomei pílula anticoncepcional)...
Enfim, poderia fazer uma lista interminável de motivos que me fazem não crer em rótulos, estigmas e tantas coisas que a sociedade estereotipada que vivemos, tenta enfiar na cabeça das pessoas. Acho que um dos motivos que me faz beijar o padeiro diariamente é a dádiva de pensar criticamente e descobrir inúmeras formas criativas de encontrar a alegria de viver nas mínimas coisas da vida!
Infelizmente grande parte das instituições de ensino não está preparada para lidar com pessoas "fora da caixinha". Nesses momentos, mais do que nunca, a sensibilidade e proximidade dos pais, para analisar e buscar entender as peculiaridades dos seus filhos, é essencial. Lamentavelmente também, nem todo pai consegue estar próximo do seu filho a este ponto... Não quero nem pensar na quantidade de gênios que já foram "amputados" por pais ausentes ou escolas despreparadas para lidar com personalidades incomuns...
No livro que recomendei semana passada, o significado do termo gênio é revisado, por isso o utilizo aqui com tanta coloquialidade, afinal, o que denomina um gênio vai muito além do QI de um indivíduo. Quer entender melhor sobre o assunto? Vou responder da forma como sempre respondem às minhas indagações em casa: "Descubra sozinho/a no livro." Risos! Imagine o que é receber esta resposta para a maioria das perguntas desde criança? Meu nível de leitura está muito aquém do que desejo, mas certamente devo grande parte do que já descobri por conta própria na vida a uma educação que despertou em mim, desde pequena, muita curiosidade e a independência...
Vivemos em uma sociedade de perguntas e respostas prontas, onde tudo pode ser buscado instantaneamente no Google e poucos cultivam o hábito de pesquisar diferentes referências em bibliotecas. A preguiça de pensar impera e poucos ousam criar suas próprias verdades. Na educação, não existe certo ou errado. Existe coragem, quebra de tabus e incentivo às experimentações, tentativas e erros: criatividade. Desejo que exemplos como o do vídeo acima ajudem a quebrar paradigmas que fazem com que borboletas retrocedam a lagartas.
Imagem retirada do Google Imagens
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Quando você sorri para o mundo, ele sorri de volta para você
Minha prima publicou esse vídeo no blog dela e não resisti em publicar aqui também. A cara do Beijo no Padeiro!!!
Quem nunca riu de ver alguém rindo, sem saber o motivo?? Se o vídeo conseguiu me fazer rir, imagine a situação real?? Adoro: crisederiso.com.br!!!
quarta-feira, 20 de março de 2013
Benjamin Carson: exemplo vivo do possível efeito multiplicador da educação
Outro dia eu recomendei um filme imperdível que relata a história do neurocirurgião americano Benjamin Carson no post Mais filmes para beijar o padeiro.
Vivo falando sobre a importância da educação e dentro da área de saúde tenho muita fé no potencial de mudança que é possível através de ações na área da educação nutricional. Sou completamente apaixonada por este viés da profissão. Vai muito, muito, muito além de prescrições dietoterápicas, medidas na área de vigilância sanitária e tecnologia alimentar: áreas muito exploradas dentro da nutrição.
A história de vida deste homem é uma lição de onde é possível se chegar através da educação. É graças à prioridade que meus pais deram à educação em minha vida, que posso assistir a este vídeo, em inglês e compreendê-lo na íntegra. Infelizmente não encontrei uma versão com legendas, mas outro dia falei sobre a importância da formação em outros idiomas e vou aproveitar para reforçar esta ideia com o post de hoje.
Enfim, compartilho este vídeo cheio de ideias lúcidas e claras que demonstram não somente uma personalidade como também a importância de fugir da alienação; de responsabilizar-se pelo próprio destino (e não adotar o papel da vítima que os "bullings" da vida têm transformado no comportamento da moda); e mostrar-se ativo dentro de uma atividade profissional, não somente exercendo o rigor de um trabalho formal, como também explorando a possibilidade de atuar como cidadão para auxiliar na promoção do desenvolvimento de uma sociedade pensante, questionadora, estudiosa e batalhadora.
Só preciso dizer uma coisa: um homem que consegue dar uma aula ao Presidente dos EUA, certamente tem muito o que ensinar para você!
domingo, 3 de março de 2013
E se ele não tiver 101 anos?
E se ele não tiver 101 anos?
Não importa! Já está muito melhor que muita gente de minha idade, ou mais nova do que eu, que não faz mais do que levantamento de prato e copa!!! Grande inspiração!!!
Outro dado interessante para as pessoas neuróticas por proteínas (especialmente os esportistas de plantão), Fauja Singh é VEGETARIANO!!!
Mais uma curiosidade que pode explicar justamente o motivo das dúvidas em relação à sua idade. Adivinhem o dia do seu aniversário?? O mesmo dia que eu: PRIMEIRO DE ABRIL - famoso dia da mentira (seria a idade uma pegadinha?).
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Mais sobre o risco do consumo de refrigerantes
Esses vídeos dispensam qualquer tipo de comentário. E aí, qual campanha lhe parece mais convincente?
Só tenho uma coisa a dizer: é lindo, depois de ter passado por uma infância, quando era vista praticamente como uma ET por não consumir refrigerantes, ver tantas campanhas metendo o pau nesse veneno. Bons sinais de mudança!!! Viva a conscientização popular, viva o padeiro!!! =)
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Paperman - animação FOFA da Disney

Esse vídeo é dedicado aos românticos em plantão... Principalmente aqueles que acreditam em destino! Ou então simplesmente a quem aprecia a arte, o cinema e as maravilhas produzidas à partir das tecnologias da animação. Seja lá qual for o motivo, o vídeo é muito lindo!!
Infelizmente não consegui colocar o vídeo para aparecer diretamente aqui no blog, de jeito nenhum. Logo, para assistir, basta clicar aqui!
Beijando o Padeiro com Valéria Piassa Polizzi
Achei esse vídeo que resume um pouco da história de vida da Valéria Piassa Polizzi (falei dela e do seu livro no meu último post). Resolvi compartilhar, porque além de lindo e inspirador, explica melhor o que descrevi no outro texto.
E você? Já parou para pensar como seria sua vida se vivesse há 26 anos aproveitando cada dia como se fosse o último? Tenho certeza que Valéria tem vivido todo esse tempo mais intensamente do que muita gente que morre em idade super avançada com uma história de vida pobre em emoções, adiando a felicidade! Que Deus continue lhe abençoando com muita saúde e vitalidade para prosseguir nesta linda jornada!
Valéria Polizzi: essa daí sabe beijar o padeiro!

Em 1998 li um livro que marcou a minha vida. Na verdade, já li vários, em épocas diferentes, cujas histórias serviram como grandes lições e exemplos para mim. Na adolescência, em especial, tinha uma certa "atração" por temas como drogas, doenças e problemas típicos de adolescentes.
Hoje, pensando nisso, vejo que O Beijo no Padeiro é o reflexo de uma atitude mental que me acompanha há anos...
Na infância, os livros: Pollyana, O Pequeno Príncipe e O Menino do Dedo Verde marcaram tanto, que tornei a lê-los na adolescência e mais recentemente na fase adulta. Quem já leu, sabe que todos têm tudo a ver com o blog!
Na adolescência, posso listar alguns títulos contundentes e inesquecíveis: Feliz Ano Velho, A Lua de Joana, À Beira do Abismo, Eu, Christiane F., 13 anos drogada, prostituída... e Depois Daquela Viagem.
Nesse período, lembro uma vez que meu pai perguntou se estava com algum problema que queria conversar, acho que ficou preocupado com as temáticas das minhas literaturas... Expliquei-lhe que ficasse tranquilo, que gostava de ler esses livros, primeiro para entender o que se passa na cabeça de uma pessoa que opta em usar drogas, através de relatos (muito mais educativos do que panfletinhos de colégio) e segundo porque eles sempre me faziam dar mais valor à tudo que tinha: família, amigos, escola, paqueras, vida social, saúde... O que mais um jovem precisa para ser feliz? O que justifica uma pessoa com tudo isso optar por drogas? Sabia que era uma realidade e a melhor forma de conhecer essa psicologia era lendo relatos verídicos ou baseados em histórias reais. Na temática de drogas, acho que o livro que mais me impressionou foi À Beira do Abismo, pelo simples fato de ter sido escrito por um tio meu, pessoa que já conheci livre das drogas e que era difícil imaginar beirando o abismo, como relata em seu livro. Casos próximos, em especial, nos mostram como o que vemos na televisão e nos cinemas não está tão distante como parece.
Já a AIDS era um tabu naquela época (acho que ainda é um pouco). O nome soava como sentença de morte e ao mesmo tempo uma doença cuja responsabilidade não podia ser atribuída ao acaso (como ocorre nos chocantes casos de câncer). O resultado era muito estigma e preconceito em torno do tema. Havia pouca informação e isso gerava um certo pânico, principalmente na juventude, em plena fase de descobertas sexuais. Uma dúvida clássica era: É possível contrair o virus beijando na boca? Hoje já não se escuta falar de pessoas morrendo de AIDS. A nova geração não sentiu a perda de ícones como Cazuza, Renato Russo, Lauro Corona, Freddie Mercury, Betinho e seu irmão Henfil, bem como de outras pessoas próximas da família. Pelo que tenho visto atualmente, a ideia da AIDS como um problema longínquo tornou-se um grande problema na saúde pública recentemente. Os casos de contaminação têm aumentado entre jovens e idosos de forma alarmante. Acredita-se que seja justamente porque o estigma de morte desapareceu e com ele também os cuidados com a prevenção e o sexo seguro.
Hoje me peguei com uma pergunta que volta e meia surge em minha mente, sempre em momentos inoportunos: Será que Valéria Piassa Polizzi está viva? Desta vez calhou de estar na frente do computador e finalmente pude tirar a minha dúvida! Somente esclarecendo, pois, nem todo mundo, infelizmente conhece o belíssimo trabalho desta jornalista brasileira. Ela é autora do livro Depois Daquela Viagem, um relato autobiográfico que descreve como contraiu o vírus do HIV aos 16 anos de idade, em 1986. Além de muito bem escrito, o livro impressiona pelo fato de abordar a doença pelo lado da vida (e não da morte).
Sim, ela está viva, atualmente com 42 anos e para a minha felicidade e surpresa, descobri que mantém um blog! Sua atitude mental é invejável. Uma pessoa que transformou um problema pessoal em exemplo de vida. Há mais de vinte e cinco anos trabalha com conscientização juvenil internacionalmente, através de seu livro (que já foi traduzido para o Alemão, Italiano e Espanhol), palestras e peça de teatro - baseada no livro. Já assisti inúmeras de suas palestras na televisão e acabo de assistir uma onde aparece linda e cheia de vitalidade: um grande exemplo para pessoas que se desesperam por muito pouco ou que gostam de se lamentar da vida desnecessariamente.
Acredito MUITO em atitude mental. Tenho certeza que a Valéria tem toda essa trajetória de sucesso porque optou pela vida e não pela morte. Resolveu cuidar da sua saúde e não da sua doença. Da mesma forma, tem gente que morre, por causa de uma unha encravada ou uma espinha no rosto... Os problemas na vida tomam (ou não) as proporções que damos a eles e os caminhos percorridos são resultados de nossas escolhas!
E o Beijo no Padeiro nisso tudo? Então, acho que sempre gostei de me nutrir com histórias que me fizessem valorizar a vida e admirá-la. Cercar-me de grandes exemplos! Isso fez com que chegasse à idade adulta com uma cabeça cada vez mais positiva, otimista e consciente que se queixar de problemas não traz solução nenhuma, mas que há sempre como transformar um limão em uma limonada!
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
O tal do bullying...
Quem
mais assistiu este vídeo super comentado nas redes sociais?? O que acharam??
Minha opinião parece se opor à maioria dos comentários que andei vendo por
aí...
Primeiro: achei que a repórter fez uma tempestade em
um copo d´água. É evidente que ela queria provocar exatamente isso: IBOPE!! E
conseguiu!!! A televisão vive disso, não é mesmo???
Quanto à forma física dela, realmente isso não
compromete a qualidade do seu trabalho e é acima de tudo um problema pessoal
dela!! Ontem soube de uma mulher que morreu aos sessenta e poucos anos de infarto
fulminante. Era obesa e há 20 anos não bebia água, só coca-cola. Sinceramente??
Uma suicida. Mas o livre arbítrio está aí para isso. Tem pessoas que gostam de
viver perigosamente, umas escolhem a doença, outros fazem esportes radicais...
Quem sou eu para julgar? Só acho que as pessoas devem assumir o risco e
as consequências de suas atitudes e não ficarem dando uma de vítima e
coitadas...
Quanto ao tal do bullying, acho que ele só afeta
pessoas mal resolvidas. Se a mulher está preocupada com as filhas sofrerem
bullying na escola não é mais fácil ela cuidar da educação delas, dando muito
amor, reforçando a autoestima e ensinando que o mundo é cão desde pequenas,
para que elas saibam tirar adversidades futuras de letra? O que não dá para
esperar é que o mundo passe a mão pela cabeça das pessoas, porque ele não
passa. A vida é assim!! O que fazer?? É a regra do jogo de quem vive nesse
planeta...
Desde pequena escutei um ditado que acho certíssimo:
"Os incomodados que se mudem". Acredito piamente nisso!! No caso de
crianças, cabe aos pais ensinarem que elas não devem levar as coisas para o
lado pessoal, caso contrário, terão de viver em uma bolha. Viver é se expor!!
Eu faço isso o tempo todo cada vez que resolvo dar a minha cara a tapa aqui no
blog, ou quando estou argumentando com alguém em uma conversa. Não
espero que todo mundo concorde com o que digo, mas as pessoas têm as suas
crenças e devem sustentá-las. Ou não, têm o direito de mudarem de ideia também,
acho louvável. Afinal de contas, muitas críticas são construtivas e podem
servir para o bem. Sempre falo sobre isso aqui no blog: a gente tem duas
possibilidades de encarar a vida, pelo lado positivo ou pelo lado negativo.
Críticas podem ser muitas vezes indigestas, entretanto, após a digeri-las
podem ser muito úteis. O que não dá é para viver "vomitando" tudo que
desagrada, pois a vida infelizmente não é feita somente de flores...
Sobre a repórter: ela é mãe, casada, tem um emprego
bom e o que dela DECIDE fazer do corpo dela é problema dela... Por isso não
deveria se incomodar com o que os outros falam. Se for uma doença endócrina e
ela estiver se cuidando, por exemplo, saberá que está fazendo a sua parte e que
se quem IMPORTA na vida dela não se incomoda com isso, por que dar atenção a um
internauta desconhecido?? Continuo com a opinião de que a única coisa que ela
quis foi chamar atenção.
Retornando ao tal do bullying, acho que os problemas tomam
as proporções que damos para eles. Quando era criança na escola minha mãe me
ensinou a não dar bola às brincadeirinhas maldosas dos colegas
(sempre existiram e continuarão existindo). É tão simples, se alguém começa a
lhe pirraçar e você ignora, ela desiste e procura outro alvo. Agora, quando os
pais começam a se meter, dizer que estão fazendo bullying com o filho e a
situação é aumentada (ao invés de ensinarem seu filho a lidar com ela) o que
era uma mera pirracinha de criança pode sim virar um trauma.
Falo por mim! Quantos apelidos tive na infância??
Zilhões. Lembro-me de poucos... Sabe por quê? Porque não dava bola... A escola
é um preparo para a vida e uma criança que não sabe lidar com uma crítica terá
grandes chances de ser um adulto frágil e problemático!!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Livros X E-books
Acabei de assistir esse vídeo e amei!!!! Achei a minha cara e tenho certeza que muita gente irá se identificar.
Hoje acordei olhando para a minha parede de CDs e pensando no espaço que eles ocupam em casa. Não é a primeira vez que penso que preciso transformá-los em mídia digital... Mas, em primeiro lugar, me dá uma preguiça danada, afinal a coleção deve beirar o número das MIL unidades e depois, ainda sinto um certo prazer em olhar encartes, tirá-los da caixinha...
Livros??? PIOROU!!! Já comecei a aderir a onda dos e-books, mas confesso que livrarias ainda me enchem os olhos. Outro dia chorei horrores lendo esse texto que fala sobre a relação das pessoas com seus livros, recomendo a leitura!
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