quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Mais sobre o risco do consumo de refrigerantes

Esses vídeos dispensam qualquer tipo de comentário. E aí, qual campanha lhe parece mais convincente?



Só tenho uma coisa a dizer: é lindo, depois de ter passado por uma infância, quando era vista praticamente como uma ET por não consumir refrigerantes, ver tantas campanhas metendo o pau nesse veneno. Bons sinais de mudança!!! Viva a conscientização popular, viva o padeiro!!! =)

Bom senso e cumprimento de leis federais

No dia 25 de janeiro, escrevi um texto comentando sobre a polêmica da tentativa da ONG Alana interferir na veiculação de mídia relacionada à alimentação infantil em São Paulo.

Como foi citado, tratava-se de uma proposta inconstitucional e que foi negada, pelo governador do estado, Geraldo Alckmin, como pode ser visto neste texto, publicado no blog do Reinaldo Azevedo no dia 29 de janeiro (transcrito abaixo). UFA! De boa vontade o inferno está cheio: muito me preocupa qualquer medida que queira interferir no livre arbítrio de uma sociedade.  



29/01/2013
 às 18:53

Alckmin faz o óbvio e veta delírio inconstitucional e autoritário que une Rui Falcão e uma ONG que pretende estatizar as crianças

Escrevi há dias alguns textos sobre uma ONG chamada Alana, que queria proibir, no Estado de São Paulo, a propaganda de alimentos considerados, como direi?, “nutricionalmente” incorretos e que pudessem ser consumidos pelas crianças. A depender dos critérios do que seria correto ou não, o setor simplesmente teria de parar de anunciar. Quem era o autor da proposta, aprovada pela Assembleia Legislativa? Ele! O deputado estadual Rui Falcão, também presidente do PT, um homem que, como vocês sabem, só pensa no nosso bem — em companhia de outros patriotas como José Dirceu, Delúbio Soares e José Genoino. Os textos sobre essa estupidez autoritária estão  aqui e aqui.
Sustentei, em um dos artigos, o óbvio. A projeto era inconstitucional. Esse e um outro que proíbe a associação de qualquer brinde à compra de um alimento. Como vocês sabem, o Kinder Ovo representa um grave risco moral às nossas criancinhas.
A Alana tem dinheiro e influência. E foi lá fazer pressão sobre o governador Geraldo Alckmin. Um de seus conselheiros é propagandista de uma substância nociva chamada “autoritarismo”: Frei Betto, que consome drogas pesadas como o pensamento de Fidel Castro e Raúl Castro. A soma de Falcão com o dito frei não poderia dar em boa coisa.
Veto
Pois bem! Alckmin vetou o delírio autoritário de Falcão. Nem poderia ser diferente. Ainda que quisesse aprová-lo, estaria impedido pela Constituição, que trata do assunto duas vezes, a saber:
No Artigo 220, Parágrafo 3º, Inciso II:A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.
(…)
§ 3º – Compete à lei federal:
II – estabelecer os meios legais que garantam à pessoa e à família a possibilidade de se defenderem de programas ou programações de rádio e televisão que contrariem o disposto no art. 221, bem como da propaganda de produtos, práticas e serviços que possam ser nocivos à saúde e ao meio ambiente.
No Artigo 22, Inciso 29:Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre:
(…)
XXIX – propaganda comercial.
Entenderam?
O projeto do valente Rui Falcão desrespeitava não um, mas dois parágrafos da Constituição. Eles não são bons nisso. E a Alana foi fazer lobby para que o governador jogasse a Carta Magna no lixo não uma, mas duas vezes.
Assim, Alckmin nem precisou entrar no mérito da proposta — que, insisto, é ridiculamente autoritária. Bastou usar o código que tem poder sobre Rui Falcão, a Alana, a propaganda, eu e você: a Constituição.
PS – Há milhões de crianças pobres no Brasil precisando do socorro e do dinheiro da Alana. Que tal oferecer ajuda a infantes que ainda não têm pai e mãe para chamar de seus, em vez de tentar expropriar dos pais o direito de educar seus filhos?
Por Reinaldo Azevedo

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Paperman - animação FOFA da Disney


Esse vídeo é dedicado aos românticos em plantão... Principalmente aqueles que acreditam em destino! Ou então simplesmente a quem aprecia a arte, o cinema e as maravilhas produzidas à partir das tecnologias da animação. Seja lá qual for o motivo, o vídeo é muito lindo!! 

Infelizmente não consegui colocar o vídeo para aparecer diretamente aqui no blog, de jeito nenhum. Logo, para assistir, basta clicar aqui!

Beijando o Padeiro com Valéria Piassa Polizzi

Achei esse vídeo que resume um pouco da história de vida da Valéria Piassa Polizzi (falei dela e do seu livro no meu último post). Resolvi compartilhar, porque além de lindo e inspirador, explica melhor o que descrevi no outro texto.

E você? Já parou para pensar como seria sua vida se vivesse há 26 anos aproveitando cada dia como se fosse o último? Tenho certeza que Valéria tem vivido todo esse tempo mais intensamente do que muita gente que morre em idade super avançada com uma história de vida pobre em emoções, adiando a felicidade! Que Deus continue lhe abençoando com muita saúde e vitalidade para prosseguir nesta linda jornada!


Valéria Polizzi: essa daí sabe beijar o padeiro!


Em 1998 li um livro que marcou a minha vida. Na verdade, já li vários, em épocas diferentes, cujas histórias serviram como grandes lições e exemplos para mim. Na adolescência, em especial, tinha uma certa "atração" por temas como drogas, doenças e problemas típicos de adolescentes.

Hoje, pensando nisso, vejo que O Beijo no Padeiro é o reflexo de uma atitude mental que me acompanha há anos...

Na infância, os livros: Pollyana, O Pequeno Príncipe e O Menino do Dedo Verde marcaram tanto, que tornei a lê-los na adolescência e mais recentemente na fase adulta. Quem já leu, sabe que todos têm tudo a ver com o blog!

Na adolescência, posso listar alguns títulos contundentes e inesquecíveis: Feliz Ano Velho, A Lua de Joana, À Beira do Abismo, Eu, Christiane F., 13 anos drogada, prostituída... e Depois Daquela Viagem. 

Nesse período, lembro uma vez que meu pai perguntou se estava com algum problema que queria conversar, acho que ficou preocupado com as temáticas das minhas literaturas... Expliquei-lhe que ficasse tranquilo, que gostava de ler esses livros, primeiro para entender o que se passa na cabeça de uma pessoa que opta em usar drogas, através de relatos (muito mais educativos do que panfletinhos de colégio) e segundo porque eles sempre me faziam dar mais valor à tudo que tinha: família, amigos, escola, paqueras, vida social, saúde... O que mais um jovem precisa para ser feliz? O que justifica uma pessoa com tudo isso optar por drogas? Sabia que era uma realidade e a melhor forma de conhecer essa psicologia era lendo relatos verídicos ou baseados em histórias reais. Na temática de drogas, acho que o livro que mais me impressionou foi À Beira do Abismo, pelo simples fato de ter sido escrito por um tio meu, pessoa que já conheci livre das drogas e que era difícil imaginar beirando o abismo, como relata em seu livro. Casos próximos, em especial, nos mostram como o que vemos na televisão e nos cinemas não está tão distante como parece.

Já a AIDS era um tabu naquela época (acho que ainda é um pouco). O nome soava como sentença de morte e ao mesmo tempo uma doença cuja responsabilidade não podia ser atribuída ao acaso (como ocorre nos chocantes casos de câncer). O resultado era muito estigma e preconceito em torno do tema. Havia pouca informação e isso gerava um certo pânico, principalmente na juventude, em plena fase de descobertas sexuais. Uma dúvida clássica era: É possível contrair o virus beijando na boca? Hoje já não se escuta falar de pessoas morrendo de AIDS. A nova geração não sentiu a perda de ícones como Cazuza, Renato Russo, Lauro Corona, Freddie Mercury, Betinho e seu irmão Henfil, bem como de outras pessoas próximas da família. Pelo que tenho visto atualmente, a ideia da AIDS como um problema longínquo tornou-se um grande problema na saúde pública recentemente. Os casos de contaminação têm aumentado entre jovens e idosos de forma alarmante. Acredita-se que seja justamente porque o estigma de morte desapareceu e com ele também os cuidados com a prevenção e o sexo seguro. 

Hoje me peguei com uma pergunta que volta e meia surge em minha mente, sempre em momentos inoportunos: Será que Valéria Piassa Polizzi está viva? Desta vez calhou de estar na frente do computador e finalmente pude tirar a minha dúvida! Somente esclarecendo, pois, nem todo mundo, infelizmente conhece o belíssimo trabalho desta jornalista brasileira. Ela é autora do livro Depois Daquela Viagem, um relato autobiográfico que descreve como contraiu o vírus do HIV aos 16 anos de idade, em 1986. Além de muito bem escrito, o livro impressiona pelo fato de abordar a doença pelo lado da vida (e não da morte). 

Sim, ela está viva, atualmente com 42 anos e para a minha felicidade e surpresa, descobri que mantém um blog! Sua atitude mental é invejável. Uma pessoa que transformou um problema pessoal em exemplo de vida. Há mais de vinte e cinco anos trabalha com conscientização juvenil internacionalmente, através de seu livro (que já foi traduzido para o Alemão, Italiano e Espanhol), palestras e peça de teatro - baseada no livro. Já assisti inúmeras de suas palestras na televisão e acabo de assistir uma onde aparece linda e cheia de vitalidade: um grande exemplo para pessoas que se desesperam por muito pouco ou que gostam de se lamentar da vida desnecessariamente.


Acredito MUITO em atitude mental. Tenho certeza que a Valéria tem toda essa trajetória de sucesso porque optou pela vida e não pela morte. Resolveu cuidar da sua saúde e não da sua doença. Da mesma forma, tem gente que morre, por causa de uma unha encravada ou uma espinha no rosto... Os problemas na vida tomam (ou não) as proporções que damos a eles e os caminhos percorridos são resultados de nossas escolhas! 

E o Beijo no Padeiro nisso tudo? Então, acho que sempre gostei de me nutrir com histórias que me fizessem valorizar a vida e admirá-la. Cercar-me de grandes exemplos! Isso fez com que chegasse à idade adulta com uma cabeça cada vez mais positiva, otimista e consciente que se queixar de problemas não traz solução nenhuma, mas que há sempre como transformar um limão em uma limonada!

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Proibir ou educar??


Imagem retirada do Google Imagens

Acabo de ler uma sequencia de textos no blog do Reinaldo Azevedo (1, 2, 3 e 4) abordando o tema da intenção da ONG, Alana de proibir no estado de São Paulo a veiculação de mídia alimentar, com foco no público infantil, de produtos considerados não saudáveis (ricos em açúcar, sódio, gorduras, etc.), bem como da proibição da utilização de brindes em alimentos, como acontece no Mc Lanche Feliz e no Kinder Ovo, por exemplo.

A polêmica se baseia primeiro no fato da ONG ter tentado impor a sua regra em um estado, infringindo assim, uma lei constitucional, já que se trata de uma decisão federal, e não estadual como proposta. Depois, a discussão prossegue com abordagem dos nomes das pessoas envolvidas na ONG e suas relações com o Banco Itaú. Acho que vale a pena a leitura das matérias para melhor compreensão do tema e dos argumentos discutidos...

Todo mundo está careca de saber, é que não existe mídia santa. Nem de alimento e nem de nada! Mas é ela que "patrocina" a TV, o rádio, os jornais e revistas (impressos ou digitais), que nos trazem todo tipo de informação: útil e inútil. Preciso concordar com o jornalista, entretanto, que qualquer medida proibitiva é uma afronta à democracia. Além disso, para algo ser proibido, alguém precisa julgar se é certo ou errado. E aí? Quem é esse alguém? Que critério ele usará?

Detesto essa ideia de algo ser bom ou mal. Como se o mundo fosse dividido em céu e inferno. As coisas vão ser boas ou ruins de acordo com cada caso particular. Vou dar um exemplo corriqueiro de uma opinião pessoal que já emiti diversas vezes. Muitas pessoas já vieram me perguntar o que acho do Herbalife. O que sempre respondo é o seguinte: não é nem bom, nem ruim. Como assim? Bem, se uma pessoa que faça inúmeras refeições em cadeias de fast food e coma congelados da pior espécie rotineiramente, venha a substituir um cachorro quente da esquina por um shake, muito provavelmente sairá ganhando em termos nutricionais. Não é uma suposição imaginária, de fato, conheço quem praticamente se alimentava de Mc Donalds e semelhantes, estava obeso e com o Herbalife, conseguiu emagrecer e passou a ter mais preocupação com a saúde. Ideal? Claro que não é... Mas quem disse que existe uma situação ideal na vida? Evitar uma cirurgia bariátrica com o uso de um shake é super positivo, se essa é a única solução que uma pessoa obesa encontre para emagrecer, por exemplo. Pelo menos não estará mutilando o próprio corpo e comprometendo o seu sistema digestório... Agora, se alguém que tem hábitos alimentares super saudáveis, com uma dieta repleta de vegetais frescos, orgânicos e produtos integrais, pensar em substituir suas refeições por shakes industrializados, direi que acho que sairá perdendo na troca... É tudo uma questão de parâmetros e ocasiões.

Então, essa questão de proibir anúncios de alimentos (ou do que quer que seja) estará baseada na estipulação de um critério no qual eu não acredito: do bem e do mal. Vou dar mais um exemplo. Evito ao máximo o consumo de alimentos altamente industrializados, preferindo sempre produtos frescos, artesanais, orgânicos, locais e integrais. Entretanto, se eu estiver em um lugar, onde considere que haja risco de contaminação, por alimentos frescos (seja pela forma do manuseio do alimento ou pela água disponível no local), certamente um pacote de batatas fritas será a melhor opção para que eu não passe fome e nem morra de intoxicação alimentar. Logo, quem sou eu para dizer que batata frita (ou qualquer produto industrializado) não presta, deve ser banido ou ter sua mídia proibida? Eu quero poder conhecer as variedades do que é ofertado no mercado (até mesmo daquilo que não consumo em meu cotidiano), para poder escolher aquilo que considero “menos pior”, numa ocasião como a descrita acima, por exemplo.

A mídia está aí para isso, divulgar de tudo um pouco. Cabe a cada um ter uma crítica pessoal acerca daquilo que é veiculado, para poder usar e abusar da sua liberdade na hora da escolha. Esse método de querer regulamentar o livre arbítrio das pessoas é uma forma de roubar a capacidade de raciocínio delas. Sobre as crianças, acho que o foco deve ser sempre a EDUCAÇÃO! Se existe uma população que não tem autonomia financeira alguma no mundo são as crianças. Ou seja, elas são produto daquilo que aprendem com os pais e demais educadores. Uma criança não pode que o pai coloque refrigerante em sua madeira, a culpa de uma atrocidade dessas (conheço inúmeros casos) é inteiramente dos pais. Que direito eles têm de se queixarem que seus filhos estão obesos ou de colocarem a culpa na mídia? O problema é que os pais modernos andam cada vez mais preguiçosos, querendo delegar 100% da educação dos filhos e se isentar de responsabilidades.

Se a criança está desatenta é porque sofre de TDAH, se está obesa é por culpa da mídia, se não sabe lidar com problemas está sofrendo bullying na escola... Ou seja, existem cada vez mais bodes expiatórios para justificar a ausência dos pais e a falta de pulso deles em dizer não, por exemplo, quando um filho pede algo que viu na televisão. Traumas?? Crianças que se sentem excluídas por não possuírem aquilo que todos os colegas possuem?? Mais desculpas para os pais mimarem os seus filhos com bens de consumo e depois jogarem a culpa no capitalismo selvagem. É uma questão de saber dosar as coisas. Meus pais não me privaram de tudo, mas colocaram muitos limites. Fui criada sem refrigerantes, pizzas, hambúrgueres e doces, apesar de ver tudo isso na TV, nas festinhas de crianças e casas de colegas. Nem por isso fiquei traumatizada. Ao crescer e começar a ter mais autonomia, passei por minha fase rebelde e já comentei isso aqui. Faz parte do processo de crescimento e desenvolvimento da autocrítica. É justamente a possibilidade de escolher, negar e descobrir o que é melhor para si, que faz com que o ser humano se desenvolva. Cabe aos pais estarem junto aos filhos nesse processo, dialogando e mostrando como a vida é, ao invés de quererem esconder o mundo real, criando seus filhos numa fantasia utópica. Eles vão crescer e vão se deparar com a vida real, cruel como sabemos que ela é... Que tal prepará-las homeopaticamente desde a infância para diminuir o impacto do susto e das decepções?

Imagem retirada do Google Imagens

Agora, fico imaginando que espécie de geração será formada no futuro se as crianças de hoje não puderem receber uma crítica (porque é considerado bullying), não souberem lidar com as mudanças de humor (porque se doparam com remédios de tarja preta desde pequenos) e não souberem que apesar da propaganda de salgadinho ser super divertida, aquele alimento é de baixo valor nutricional. Quando se encontrarem com liberdade, vão querer abusar dela e compensar a repressão da infância, assim como vemos em muitos casos de alcoolismo.

Não é muito mais lógico educar? Hoje em dia, todo jovem que coloca um copo de cerveja na boca sabe que aquilo é prejudicial à saúde. A propaganda não deixou de existir, mas junto com ela existe uma massiva campanha. Da mesma forma, o jovem que se arrisca em transar sem camisinha, sabe muito bem os riscos que está correndo. A vida é feita de escolhas e precisamos lidar com elas desde pequenos.

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Será que não é mais efetivo educar a população, obrigando que haja chamadas após comerciais de alimentos, com conteúdos como: Atenção – esse alimento pode aumentar o risco de diabetes; Atenção  - este alimento é contraindicado para hipertensos, e por aí vai...? Ou então obrigar que sejam colocados rótulos nos produtos, assim como foi feito nas carteiras de cigarro? É mais trabalhoso, sem dúvida! Mas pelo menos estaremos construindo uma sociedade de pessoas críticas e conscientes de sua própria saúde ao invés de marionetes governamentais.

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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Farra com dinheiro da saúde pública

Imagem retirada do Google Imagens

Acabei de ler essa matéria e não tem como não ficar escandalizada. Nada contra o que a artista cobra de cachê pelo seu show. Se ela cobra isso, é porque encontra quem pague! O que não dá para engolir é uma farra desta sendo feita com dinheiro público! Além do que, o que tem a ver um show da Ivete Sangalo com a inauguração de um hospital?? Será que não tinha nada mais proveitoso para investir R$650.000,00 e que beneficiasse a população, tão precária de assistência na área de saúde? 

 
Imagem retirada do Google Imagens

É para isso que pagamos tantos impostos?? Uma vergonha!! Vale lembrar que o ano de 2012 foi campeão em arrecadação de impostos na história do Brasil. Neste site você pode verificar o total de arrecadação de impostos em datas variáveis. Em 2012 este total foi de nada menos do que: UM TRILHÃO, 734 BILHÕES, 448 MILHÕES, 676 MIL, 816 REAIS E 10 CENTAVOS!! 

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O mais triste é saber que grande parte deste dinheiro se perde na mão de gente corrupta ou então com "grandes investimentos" na política do pão e circo brasileira. Patético: compram-se votos com os seguros desempregos e bolsas família da vida e não faltam festas para alegrar a população... Enquanto isso, uma enorme parcela do povo brasileiro tem acesso limitado ou nenhum à coisas básicas como: água, luz, esgoto, comida, educação, saúde e transporte.

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Ética médica na obstetrícia


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Não se faz mais médicos como antigamente... Acabei de ver uma matéria sobre a cobrança de taxa extra por obstetras para garantir que estejam presentes até que suas pacientes entrem em trabalho de parto. A alegação é que para o médico estar disponível no fim da gestação é preciso pagar para compensar este trabalho “extra”. Como se não bastasse os altíssimos índices de cesarianas no país, agora esta novidade!!

Vivemos em um país onde a saúde pública é precária. Por conta disso, muita gente se sacrifica para pagar um plano particular, justamente pela garantia de atendimento com hora marcada e o mínimo de conforto. Aí vem uma surpresa dessas! Além do plano de saúde, uma taxa extra, estipulada a critério do médico no dia da primeira consulta pré-natal, a ser paga durante toda a gestação...

A escolha pela carreira médica não é uma imposição da sociedade. Muito pelo contrário, as pessoas que escolhem esta profissão costumam estudar bastante, por vontade própria, até alcançarem seus títulos. Depois de formado, o médico não é obrigado a trabalhar para a rede pública, pode optar em se filiar a um plano de saúde ou atender apenas particular. Uma vez feita a escolha do modo de trabalho, cabe ao profissional aceitar as regras do jogo. Se o plano de saúde está pagando mal, é papel do médico deixar de aceitar o convênio, mudar para outro ou até negociar com a seguradora. O que não dá, é para repassar o problema para uma pessoa fragilizada, que se encontra insegura com o parto. No meu vocabulário isso se chama chantagem emocional...

A mesma chantagem emocional é notada nos casos em que obstetras influenciam pacientes, em total condição de fazerem partos normais, a se submeterem ao processo cirúrgico de uma cesárea. Os motivos? Preguiça de acompanhar um parto longo e demorado, má vontade de ficar à disposição das pacientes, comodidade de ter uma agenda com horários certinhos ou até o fato de assim serem mais bem remunerados.

Outro aspecto que deve ser levado em consideração é a quantidade de especializações médicas existentes. Pressupõe-se que alguém que escolha seguir a carreira obstétrica deva estar disposto a executar o trabalho plenamente: acompanhando suas pacientes da gestação ao parto. Se este tipo de serviço não agrada, o médico pode optar somente pela ginecologia. É o caso da minha ginecologista, por exemplo, ela só atende em consultório e não é obstetra. É um direito dela e de qualquer profissional, escolher o serviço que deseja, ou não, prestar. O que não dá é que o profissional se comprometa com um serviço e execute outro, ou então que imponha regras financeiras para prestar o serviço completo, quando não existe uma opção do serviço ser feito pela metade.

Comparando com uma situação comum, uma pessoa que vai ao restaurante pode escolher comer somente a refeição ou acrescentar uma sobremesa. Ela não sairá prejudicada caso opte pelo básico, que seria só o prato de comida. Já uma pessoa que está grávida, não pode fazer só o pré-natal e deixar de fazer o parto. Logo, não há como o serviço ser prestado pela metade ou necessitar de condições especiais para ser completo. Trata-se de um serviço único: com começo, meio e fim. Claro que existem eventualidades, onde o parto é muito rápido e não dá tempo do médico chegar. Mas, nas “CNTPs”, normalmente dá tempo de sobra para chamar o médico e dele chegar à tempo, ainda por cima com todas as facilidades de comunicação atuais...!

É bom divulgar que esta novidade da “taxa extra” não é uma prática regulamentada e a orientação é que esses médicos sejam denunciados ao plano de saúde do qual são afiliados... O problema é que as pacientes ficam nas mãos desses profissionais, pelo fato de, em muitos casos, já serem pacientes há bastante tempo e sentirem-se inseguras de ficarem nas mãos de um profissional desconhecido. Por isso, acabam concordando com a tal taxa. Que tipo de parceria é essa? O médico conquista a confiança do paciente e na hora que ele está mais frágil, ao invés de apoiar, “mete a faca”? E a ética, onde fica nisso tudo?

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Filmes para Beijar o Padeiro

Nunca mais falei de filmes por aqui, não é mesmo??

Alguns dos meus temas de cinema favoritos são: música, educação, superação e saúde. Gosto de dramas que me fazem chorar de alegria, que me emocionem e me façam acreditar que há muita coisa boa nesse mundo e que devemos, sim, acreditar na raça humana. Filmes que me façam perceber que a vida é muito mais do que as manchetes sensacionalistas que vemos a todo tempo nos telejornais... Quando o filme é baseado em fatos reais, me toca ainda mais!! Afinal de contas, a arte, nada mais é do que a imitação da vida! 

Estes temas se misturam frequentemente. De acordo com a mistura dos temas: música, educação e superação, já falei falei de alguns títulos memoráveis por aqui, como: Adorável Professor (Mr. Holland´s Opus), Shine, Música do Coração (Music of the Heart)... Tem outro que nunca comentei no blog, mas é lindíssimo também, chama-se: O Som do Coração (August Rush). 


Recentemente encontrei um título chamado A Voz do Coração (Les Choristes) e inicialmente fiquei na dúvida se não já tinha assistido. Mas, ao olhar a capa do filme e ver que seu título original era em francês, tive certeza que era inédito para o meu HD biológico e decidi apostar nele. Tiro certeiro!! Que filme LINDO!! Para os usuários do Netflix Brasileiro, está lá. Para quem ainda não adquiriu esta tecnologia, recomendo que procure na locadora do seu bairro.

Com a temática semelhante de Adorável Professor e Música do Coração, este filme fala do poder da música na educação infantil e como ela pode trazer disciplina e amolecer os corações mais rebeldes. Tive a sorte de ter tido contato com a música desde bem pequena, talvez por isso o tema me emocione tanto. 

Comecei a estudar música aos seis anos e prossegui até os doze. Além das aulas de música no colégio, tinha aulas particulares de piano clássico semanais. Sim, abandonei completamente... Hoje sequer sei ler uma partitura e tenho aquela sensação de educação jogada no lixo. Meu consolo é que me disseram que a memória infantil é fácil de ser resgatada. Tomara, pois pretendo voltar a investir no hobby musical em breve.

Acho que não tive a sorte de encontrar em minha infância um tutor tão talentoso com crianças como os personagens dos filmes mencionados. Chegou um momento que estava de saco cheio de músicas clássicas, queria partir para o rock, mas quem me ensinava na época sequer conhecia Os Beatles! Isso, junto com a rebeldia clássica de uma "aborrescente" ariana, me fez colocar todos as partituras no maleiro do meu guarda roupa. Estão lá até hoje, na casa dos meus pais...


O segundo filme que também assisti recentemente, cujo tema central é a música, chama-se: Apenas Uma Vez (Once) e é um título irlandês. Neste, a educação sede espaço a um toque romântico, que acompanha o enredo. Não tão emocionante quanto os outros, porém um filme gostoso de assistir, com uma bela trilha sonora. Também faz parte do acervo do Netflix brasileiro. 

Falando em música+cinema, outros títulos imperdíveis são: The Wonders: O Sonho não Acabou (That Thing You Do), Quase Famosos (Almost Famous) e os clássicos: A Noviça Rebelde (The Sound of Music), e Amadeus. Isso sem falar nos musicais da Broadway (alguns transformados em filmes) que amo de paixão como: O Fantasma da Ópera, Evita, Jesus Cristo Superstar, Annie, O Rei Leão, A Bela e a Fera, Chicago, Tommy e outros tantos... 

Música é definitivamente uma grande paixão! Pode ser aquele voz e violão de botecos e restaurantes, mega shows, teatros, em casa, no carro, na TV, no cinema... Simplesmente AMO!!

Sobre o Netflix brasileiro, ainda está a anos luz de distância do americano em termos de variedade de títulos e lançamentos. Entretanto, não me incomodo em ver filmes antigos e tem uma boa variedade de títulos inéditos para mim. Acho que o custo-benefício de R$15,00 mensal, para ter MUITOS filmes ao mês é um bom investimento para quem curte um cineminha em casa. Assistindo três filmes no mês já paga o valor de três locações baratas, com a comodidade de não precisar ir até a locadora. Algumas televisões mais modernas já vêm com o programa instalado. Se não for o seu caso, pode investir num Apple TV, que custa bem menos do que uma televisão nova. Eu super aderi a esta tecnologia e estou fã, ávida para que surjam cada vez mais novos títulos!

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

A vida é feita de pequenos momentos

Não é a primeira vez que me inspiro em suas estórias para postar aqui no blog... Ela bem sabe que já foi protagonista por aqui antes...

Acabo de ler este relato, postado por minha prima no Facebook e não resisti em compartilhar aqui, já que aquele muro do FB é um tanto efêmero e acessível apenas aos contatos dela... Quanta singeleza... Quanta sincronicidade... São momentos como este que podem fazer o trânsito ou qualquer coisa aparentemente insignificante e até mesmo entediante da vida, se tornar totalmente interessante e alegre! Vontade de beijar o padeiro!!

Imagem retirada do Google Imagens

"Ontem, Santo André, fim de tarde, Rua Eduardo Monteiro. Paro num farol vermelho e olho para minha direita. No terraço de uma casa, atrás das grades, vejo duas meninas de seus12 anos ensaiando uma coreografia de balé. Sem música. No meu som, com vidros fechados, tocava "First Train Home", de Imogen Heap, e os passos das meninas se encaixavam na música como se estivessem dançando a ela, o que prendeu imediatamente minha atenção. Por sorte, o farol era um daqueles bem demorados, e eu me perdi ali naquele instante, na dança, na fofura e inocência das meninas. No meio de um "arabesque" (sim, eu dancei jazz) as bailarinas me veem, e eu, sem vidro fumê no carro, lhes sorrio e aplaudo veementemente. Sem se intimidarem, naquele segundo, foi notável como a dança mudou. O semblante das bailarinas ficou mais sério, os passos mais marcados, mais sincronizados... O show era pra valer! O farol abriu e eu encostei na frente da casa para apreciar o espetáculo até o fim. Cada vez que elas ficavam de frente pra mim, ou olhavam pelo rabo do olho, mais aplausos sinceros. Minha música acabou quase no mesmo instante que o balé, numa sincronia meio mágica. Dei minha salva de palmas - que elas sequer ouviam pelos vidros fechados - e sorriso finais, enquanto minhas bailarinas se contorciam entre tchaus e beijos jogados em minha direção. E de um dia tão comum, surgiram 5 minutos daqueles que me serão inesquecíveis... por toda a troca silenciosa que aconteceu entre nós; da dança delas só pra mim na minha música, do sorriso delas em meus aplausos, e da gratidão recíproca entre duas meninas e uma menina um pouco maior que nunca se viram, mas compartilharam um curto momento que virou história para as três." Thais Tarantino

First Train Home - Imogen Heap


segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Dietas Milagrosas


Imagem retirada do Google Imagens

Ontem me enviaram por e-mail esta matéria de revista perguntando se eu conhecia o produto com efeito emagrecedor descrito nela e qual era a minha opinião. Achei que a resposta merecia ser compartilhada aqui no blog, uma vez que outras pessoas podem estar curiosas sobre a minha opinião acerca do tema.

Primeiro de tudo, não existe almoço grátis! Sempre falo aqui que tudo que tem frente tem dorso e quanto maior a frente, maior o dorso. O produto promete milagres e DIZ não ter efeitos colaterais... Acontece que por ser um produto novo, não há como saber se ele não provocará um efeito colateral futuro.

Outra coisa me preocupa: Quem julgou que não houve efeitos colaterais? Sinceramente, não confio no julgamento de muita gente. Conheço pessoas que sofrem de dor de cabeça, cólica, acne, problemas intestinais e outros, que não fazem nenhuma associação de suas patologias aos seus hábitos de vida. Pessoas que dizem ter enxaqueca, mas bebem todos os finais de semana... É apenas um, dentre vários exemplos!

É comum que as pessoas achem que seus sintomas surgiram magicamente e não os associem aos hábitos que podem tê-los criado. Quem me garante que não é o caso deste medicamento milagroso? Infelizmente exames laboratoriais são insuficientes para detectar muitas doenças (caso contrário, tantas pessoas não seriam surpreendidas por doenças sem aviso prévio como aneurismas, cânceres, infartos...).

A principal questão é a seguinte: esta matéria nada mais é do que um ANÚNCIO COMPRADO PELO FABRICANTE DO PRODUTO, disfarçado na forma de matéria. Observe que todas as vezes que o nome do produto aparece ele está lincado com o site oficial do produto. Para piorar a situação, a matéria não está de acordo com o próprio site do fabricante. Diz que não tem contraindicações e o rótulo do produto deixa claro que é contraindicado para gestantes, nutrizes e crianças. A matéria da revista diz que quem consome o produto não precisa mudar em nada os seus hábitos alimentares, enquanto o rótulo do produto diz exatamente o contrário...

 O QUE DIZ A MATÉRIA:
 O QUE DIZ O RÓTULO:

Fitoterápico? Conversa para boi dormir!!! Todas as piores drogas do planeta vêm de plantas!!! Logo, o fato de sua matéria prima ser uma planta, não traz garantia alguma. Nem eu e nem a maioria das pessoas que está lendo isso aqui é mestre em farmacologia para saber exatamente do que se trata o tal Psyllium (Plantago  Ovata). Entretanto, todo mundo sabe que a diferença entre o remédio e o veneno é a dose. Agora, em se tratando de um produto novo e desconhecido, como saber julgar a dose certa?? Pode ser uma como podem ser dez!!!

Enfim, nem preciso dizer que sou TOTALMENTE CONTRA este e qualquer produto que venda milagres. Simplesmente, pois estes não existem em termos biológicos... Algo que se diga ideal para QUALQUER PESSOA fere de cara o princípio da individualidade bioquímica, que prega que cada indivíduo possui características únicas e portanto deve receber tratamentos (seja para emagrecer, para a pele ou para tratar de doenças) individualizados...

Espero que reflitam sobre isso e pensem duas vezes antes de submeterem seus corpos à tratamentos novos e imprecisos. Sobre emagrecimento, já falei aqui antes: o que engorda é a matemática, mas é possível emagrecer sem passar fome!

Beijos e boa semana a todos!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Vampiros de Energia

Imagem retirada do Google Imagens

Ontem escrevi um texto falando sobre a lei do retorno do universo e logo em seguida, recebi por e-mail este texto de Vera Caballero falando sobre os Vampiros de Energia. Tenho certeza que todos nós nos reconhecemos em algum desses personagens em diversos momentos de nossas vidas. Por isso, é importante estarmos atentos e buscarmos termos autocrítica sobre o assunto. Além disso, estamos vulneráveis a estas manifestações o tempo inteiro. Não significa que os "vampiros" que não cercam sejam pessoas ruins como um todo. Provavelmente, sequer têm consciência de que suas atitudes sugam as energias de quem está próximo. Por isso é importante estarmos atentos para sabermos agir de forma defensiva e colaborativa para quem está carente de energia buscá-la em si mesma e não no próximo. Oxalá!


Vampiros de energia: 10 dicas para se livrar deles em 2013

''Todos nós os conhecemos! Sabemos como são! Como se vestem! E como agem! E seus propósitos: sugar o sangue de suas vítimas, pois só assim eles sobrevivem. De quem estamos falando? É claro que dos "Vampiros dos filmes", o Conde Drácula e seus amigos, seres errantes de capa preta e grandes dentes, ávidos por sangue (ou energia vital), e que andam pelas sombras em busca de suas vítimas que, na maioria das vezes, não percebem sua presença ou atuação maléfica, mesmo que estejam muito próximos. Aí, o filme termina e os vampiros desaparecem, certo? Errado!

Existe um tipo de vampiro que é de carne e osso, e que convivemos diariamente. Estamos falando dos "Vampiros de Energia”, pessoas de nosso relacionamento diário. Pode ser nosso irmão (a), marido/esposa, empregado, familiar, amigo de trabalho. vizinhos, gerente do banco, ou seja qualquer pessoa de nosso convívio, que esta roubando nossas energias, para se abastecer. Eles roubam energia vital, comum no universo, mas que eles não conseguem receber.

Mas, por que estas pessoas sugam nossa energia, afinal? Bem, em primeiro lugar a maioria dos Vampiros de Energia atuam inconscientemente, sugando a energia de suas vítimas, sem saber o que estão fazendo.

O vampirismo ocorre porque as pessoas não conseguem absorver as energias das fontes naturais (cósmicas, telúricas, etc), tão abundantes, e ficam desequilibradas energeticamente. Quando as pessoas bloqueiam o recebimento destas energias naturais (ou vitais), elas precisam encontrar outras fontes de energia mais próxima, que nada mais são do que as outras pessoas, ou seja, você.

Na verdade, quase todos nós, num momento ou outro de nossas vidas, quando nos encontramos em um estado de desequilíbrio, acabamos nos tornando vampiros de energia alheia.

Tipos de vampiros:
Mas, como identificar estas pessoas, ou estes vampiros? Em estudos feitos, foram identificados os seguintes tipos de vampiros (você provavelmente conhece mais de um):

• Vampiro Cobrador
• Vampiro Crítico
• Vampiro Adulador
• Vampiro Reclamador
• Vampiro Inquiridor
• Vampiro Lamentoso
• Vampiro Pegajoso
• Vampiro Grilo-Falante
• Vampiro Hipocondríaco
• Vampiro Encrenqueiro

Quais as principais características deles? Como combatê-los?

a) Vampiro Cobrador: Cobra sempre, de tudo e todos. Quando nos encontramos com ele, já vem cobrando o porque não lhe telefonamos ou visitamos. Se você vestir a carapuça e se sentir culpado, estará abrindo as portas. O melhor a fazer é usar de sua própria arma, ou seja, cobrar de volta e perguntar porque ele não liga ou aparece. Deixe-o confuso, não o deixe retrucar e se retire rapidamente.

b) Vampiro Crítico: é aquele que critica a tudo e a todos, e o pior que é só critica negativa e destrutiva. Vê a vida somente pelo lado sombrio. A maledicência tende a criar na vítima um estado de alma escuro e pesado e abrirá seu sistema para que a energia seja sugada. Diga "não" às suas críticas. Nunca concorde com ele. A vida não é tão negra assim. Não entre nesta vibração. O melhor é cair fora e cortar até todo o tipo de contato.

c) Vampiro Adulador: é o famoso "puxa-saco". Adula o ego da vítima, cobrindo-a de lisonjas e elogios falsos, tentando seduzir pela adulação. Muito cuidado para não dar ouvidos ao adulador, pois ele simplesmente espera que o orgulho da vítima abra as portas da aura para sugar a energia.

d) Vampiro Reclamador: é aquele tipo que reclama de tudo, de todos, da vida do governo, do tempo, etc. Opõe-se a tudo, exige, reivindica, protesta sem parar. E o mais engraçado é que nem sempre dispõe de argumentos sólidos e válidos para justificar seus protestos. Melhor tática é deixá-lo falando sozinho.

e) Vampiro Inquiridor: sua língua é uma metralhadora. Dispara perguntas sobre tudo, e não dá tempo para que a vítima responda, pois já dispara mais uma rajada de perguntas. Na verdade, ele não quer respostas e, sim, apenas desestabilizar o equilíbrio mental da vítima, perturbando seu fluxo normal de pensamentos. Para sair de suas garras, não ocupe sua mente à procura de respostas. Para cortar seu ataque, reaja fazendo-lhe uma pergunta bem pessoal e contundente, e procure se afastar assim que possível.

f) Vampiro Lamentoso: são os lamentadores profissionais, que anos a fio choram sua desgraças. Para sugar a energia da vítima, ataca pelo lado emocional e afetivo. Chora, lamenta-se e faz de tudo para despertar pena. È sempre o coitado, a vítima. Só há um jeito de tratar com este tipo de vampiro, é cortando suas asas. Corte suas lamentações dizendo que não gosta de queixas, ainda mais que elas não resolvem situação alguma.

g) Vampiro Pegajoso: investe contra as portas da sensualidade e sexualidade da vítima. Aproxima-se como se quisesse lambê-la com os olhos, com as mãos, com a língua. Parece um polvo querendo envolver a pessoa com seus tentáculos. Se você não escapar rápido, ele irá sugar sua energia em qualquer uma das possibilidades. Seja conseguindo seduzi-lo com seu jogo pegajoso, seja provocando náuseas e repulsa. Em ambos os casos você estará desestabilizado, e, portanto, vulnerável. Saia o mais rápido possível. Invente uma desculpa e fuja rapidamente.

h) Vampiro Grilo-Falante: a porta de entrada que ele quer arrombar é o seu ouvido. Fala, absoluto, durante horas, enquanto mantém a atenção da vítima ocupada, suga sua energia vital. Para livrar-se, invente uma desculpa, levante-se e vá embora.

i) Vampiro Hipocondríaco: cada dia aparece com uma doença nova. Adora colecionar bula de remédios. Desse jeito chama a atenção dos outros, despertando preocupação e cuidados. Enquanto descreve os pormenores de seus males e conta seus infindáveis sofrimentos, rouba a energia do ouvinte, que depois sente-se péssimo.

j) Vampiro Encrenqueiro: para ele, o mundo é um campo de batalha onde as coisas só são resolvidas na base do tapa. Quer que a vítima compre a sua briga, provocando nela um estado raivoso, irado e agressivo. Esse é um dos métodos mais eficientes para desestabilizar a vítima e roubar-lhe a energia. Não dê campo para agressividade, procure manter a calma e corte laços com este vampiro.

Bem, agora que você já conhece como agem os Vampiros de Energia, vá a caça deles, ou melhor, saia fora deles o mais rápido possível. Mas, não esqueça de verificar se você, sem querer, é obvio, não é um destes tipos de Vampiro. " Texto: Vera Caballero 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Tudo que jogamos no universo, recebemos de volta...


Imagem retirada do Google Imagens

Esses dias andei trocando uns e-mails com uma leitora do blog que se mudou recentemente para Salvador e dei umas dicas básicas, as quais ela me agradeceu bastante...

Como agir diferente? Puro instinto!!!

Em minhas mudanças, sempre surgiram almas caridosas em meu caminho que me ajudaram (às vezes sem nem saber) para que a adaptação fosse melhor. São essas pequenas atitudes que fazem por nós ou fazemos por outras pessoas que se tornam diferenciais na vida.

Pequenos gestos como explicar cuidadosamente o caminho de algum lugar, quando abordados no meio da rua... Uma informação desse gênero, pode parecer super simples para quem dá, mas pode significar MUITO para quem recebe. O mais interessante, é que na hora, ninguém pensa em dar uma informação com algum interesse futuro. Dá pelo simples prazer em ser colaborativo, ajudar... As recompensas são dadas pela vida. Outro dia postei um vídeo que ilustra isso perfeitamente: gentileza gerando gentileza.

Acho que tem um aspecto cultural também. Alguns lugares que viajei chamaram a minha atenção em termos de simpatia da população em geral. Já outros saltaram aos meus olhos justamente pela razão contrária. Nem preciso dizer que é um aspecto diferencial que me faz gostar menos ou mais de determinado lugar, não é mesmo?

Claro que ajuda tem limite e tem gente que sofre da "Síndrome de Atlas" e acha que precisa carregar o mundo nas costas. Isso aí pode ser muito perigoso. Quem se alimenta do prazer de servir os outros corre o risco de pagar um preço alto: esquecer de si mesmo.

É uma arte conseguir equilibrar o tempo que dedicamos a nós mesmos com o tempo que dedicamos ao próximo. Para uns, dizer "não" é uma missão quase impossível. Para outros, justamente o contrário... 

A vida é feita de fases, em alguns momentos estamos fortes, estáveis e com energia para dar e vender. Em outros estamos mais frágeis, precisando ser acolhidos... A vida é uma caixinha de surpresas, muitas vezes aquela pessoa que depositamos grande confiança se torna uma grande decepção. Em outros casos, somos surpreendidos pela atitude de alguém que parecia distante e se faz presente em um momento crucial...

Impossível prever o futuro... Entretanto, uma coisa é certa: recebemos de volta do universo tudo aquilo que jogamos nele. A lei da causa e efeito é infalível...! 

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

O tal do bullying...


Quem mais assistiu este vídeo super comentado nas redes sociais?? O que acharam?? Minha opinião parece se opor à maioria dos comentários que andei vendo por aí...

Primeiro: achei que a repórter fez uma tempestade em um copo d´água. É evidente que ela queria provocar exatamente isso: IBOPE!! E conseguiu!!! A televisão vive disso, não é mesmo???

Quanto à forma física dela, realmente isso não compromete a qualidade do seu trabalho e é acima de tudo um problema pessoal dela!! Ontem soube de uma mulher que morreu aos sessenta e poucos anos de infarto fulminante. Era obesa e há 20 anos não bebia água, só coca-cola. Sinceramente?? Uma suicida. Mas o livre arbítrio está aí para isso. Tem pessoas que gostam de viver perigosamente, umas escolhem a doença, outros fazem esportes radicais... Quem sou eu para julgar? Só acho que as pessoas devem assumir o risco e as consequências de suas atitudes e não ficarem dando uma de vítima e coitadas...

Quanto ao tal do bullying, acho que ele só afeta pessoas mal resolvidas. Se a mulher está preocupada com as filhas sofrerem bullying na escola não é mais fácil ela cuidar da educação delas, dando muito amor, reforçando a autoestima e ensinando que o mundo é cão desde pequenas, para que elas saibam tirar adversidades futuras de letra? O que não dá para esperar é que o mundo passe a mão pela cabeça das pessoas, porque ele não passa. A vida é assim!! O que fazer?? É a regra do jogo de quem vive nesse planeta...

Desde pequena escutei um ditado que acho certíssimo: "Os incomodados que se mudem". Acredito piamente nisso!! No caso de crianças, cabe aos pais ensinarem que elas não devem levar as coisas para o lado pessoal, caso contrário, terão de viver em uma bolha. Viver é se expor!! Eu faço isso o tempo todo cada vez que resolvo dar a minha cara a tapa aqui no blog, ou quando estou argumentando com alguém em uma conversa. Não espero que todo mundo concorde com o que digo, mas as pessoas têm as suas crenças e devem sustentá-las. Ou não, têm o direito de mudarem de ideia também, acho louvável. Afinal de contas, muitas críticas são construtivas e podem servir para o bem. Sempre falo sobre isso aqui no blog: a gente tem duas possibilidades de encarar a vida, pelo lado positivo ou pelo lado negativo. Críticas podem ser muitas vezes indigestas, entretanto, após a digeri-las podem ser muito úteis. O que não dá é para viver "vomitando" tudo que desagrada, pois a vida infelizmente não é feita somente de flores...

Sobre a repórter: ela é mãe, casada, tem um emprego bom e o que dela DECIDE fazer do corpo dela é problema dela... Por isso não deveria se incomodar com o que os outros falam. Se for uma doença endócrina e ela estiver se cuidando, por exemplo, saberá que está fazendo a sua parte e que se quem IMPORTA na vida dela não se incomoda com isso, por que dar atenção a um internauta desconhecido?? Continuo com a opinião de que a única coisa que ela quis foi chamar atenção.

Retornando ao tal do bullying, acho que os problemas tomam as proporções que damos para eles. Quando era criança na escola minha mãe me ensinou a não dar bola às brincadeirinhas maldosas dos colegas (sempre existiram e continuarão existindo). É tão simples, se alguém começa a lhe pirraçar e você ignora, ela desiste e procura outro alvo. Agora, quando os pais começam a se meter, dizer que estão fazendo bullying com o filho e a situação é aumentada (ao invés de ensinarem seu filho a lidar com ela) o que era uma mera pirracinha de criança pode sim virar um trauma.

Falo por mim! Quantos apelidos tive na infância?? Zilhões. Lembro-me de poucos... Sabe por quê? Porque não dava bola... A escola é um preparo para a vida e uma criança que não sabe lidar com uma crítica terá grandes chances de ser um adulto frágil e problemático!!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Muito AXÉ em 2013



Estou viva, queridos leitores!! Um ótimo 2013 para todos vocês e muito axé nas minhas próximas postagens!!!

A primeira novidade de 2013 e motivo principal de minha ausência por aqui nos últimos tempos é que fiz outra mudança. Isso mesmo: deixei BH e voltei a morar em Salvador. O mês de dezembro foi uma loucura, juntou a minha mudança com a chegada à Salvador durante um período repleto de festividades, praticamente impossível de estabelecer uma rotina.

Depois do Natal recebi visitas de BH (partiram hoje) e foi muito interessante dar uma de guia logo após o meu retorno: tive a oportunidade de reexplorar a minha cidade natal após um período longe daqui. Entre um passeio e outro postei algumas dicas de turismo pela cidade e pretendo postar outras!!

O dia 31 de dezembro foi um destes dias de turismo fantástico! Levei a turma de BH para conhecer a igreja do Bonfim. Ao chegarmos lá, compramos fitinhas, amarramos na grade, fizemos desejos, tiramos fotos... O kit completo!!! Só não esperava que quando estivesse indo embora iria escutar um coro saindo da igreja: "Glória a ti neste dia de Glória...". Dei meia volta (estava caminhando em direção ao carro) ao me arrepiar completamente e corri para a porta da igreja lotada. O pessoal de Minas não entendeu nada, nunca tinham escutado aquele hino antes e infelizmente não compartilharam daquela emoção coletiva. Eu nem preciso dizer que fiquei em êxtase, né? Lindo, lindo, lindo!!! Acho que só quem vive ou já viveu nesta terra entende a emoção de um momento como este no último dia do ano...


Ao sairmos de lá fomos ver o por do sol na ponta de Humaitá, um dos meus “points” prediletos para apreciar o anoitecer. Mais uma surpresa: chegando lá encontramos uma roda de pessoas vestidas de branco, fazendo umas rezas na areia da praia. Desci na mesma hora para ver o ritual bem de perto. Era um grupo do candomblé fazendo oferendas à Yemanjá. Fecharam com chave de ouro rezando um "Pai Nosso": só se vê na Bahia! Quer coisa mais típica baiana para mostrar a turistas? Achei espetacular!!! Huuum... Nem tanto, quando retornei da praia encontrei meus hóspedes super afastados, morrendo de medo do candomblé (achavam que candomblé era coisa de Exu e que Exu é só coisa do mal...).

Engraçado como estados vizinhos podem ter pessoas e costumes tão diferentes, não é mesmo? Para os mineiros este dia conteve meros passeios turísticos, para os baianos uma simbologia de encerramento de ano diferenciada. Com certeza no estado deles devem ter coisas de arrepiar que jamais conseguirei entender e acho uma riqueza observar esses pequenos detalhes, que acabam por influenciar o comportamento de diferentes indivíduos e sociedades...

Uma delícia retornar à cidade natal recebendo a benção do Senhor do Bonfim (além de levar os mineiros lá, dois dias após a minha chegada fui andando da Barra até a Colina Sagrada); matando as saudades do mar; reverenciando a rainha das águas; entre amigos e parentes...! Sim, tenho consciência de que a cidade está abandonada e cheia de defeitos, mas como sempre digo, temos duas opções na vida: olhar o lado positivo dela ou o negativo. Eu prefiro focar nos positivos! 


Super feliz com o retorno, com muito orgulho de ser baiana, de compreender e me emocionar com as idiossincrasias de um povo criativamente feliz! Muito bem vinda de volta à cidade do São Salvador: Viva!!