segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

5 chás para todos os gostos, estações e momentos

Nesta foto: chá de Jasmin

Sábado à noite postei a foto de um chá que eu amo lá no Instagram e como teve uma repercussão grande resolvi trazer o tema aqui pro blog.

Tenho o hábito de beber chá desde pequena e adoro, mesmo quando estou em lugares de climas quentes. 

Os chás além de serem bebidas deliciosas, têm, muitas vezes, propriedades terapêuticas. Chás diferentes requerem ocasioneis igualmente distintas e são tão variados que dificilmente não haverá pelo menos um que lhe agrade.

Difícil dizer quais os meus chás prediletos, mas vou fazer uma pequena lista de alguns que amo e que carregam características únicas e completamente diferentes entre si: um feito de folhas e talos secos; outro de cereais; outro de cascas de frutas; outro de flores e o último de ervas frescas. 

Se você ainda não incorporou este hábito saudável e saboroso à sua rotina pode começar com alguma dessas opções: aposto que pelo menos uma irá agradar... Só não vale acrescentar açúcar, que além de ser nada saudável, irá mascarar completamentechás a sutileza desses iguarias líquidas.

1) Banchá: um clássico para todas as horas. Feito com as folhas e talinhos do famoso "Chá Verde", o Banchá tem sabor mais suave, sendo adequado para qualquer momento do dia. Adapta-se bem à climas diferentes e dá para tomar diariamente sem risco de enjoar. Puro ou associado à outros ingredientes como o shoyu, o umeboshi e o kuzu, pode ser usado terapeuticamente para tratar alguns tipos de dor-de-cabeça e problemas digestivos. 

2) Chá de cereal tostado: postei a receita do chá de cevada tostada em junho de 2014 aqui no blog e comentei que pode ser feito também com arroz integral. Esse é um chá que pode ser ingerido sem restrição, também de sabor suave. Bom para aquecer o corpo em lugares de clima mais frio, trazendo uma sensação de conforto e bem-estar.

3) Chá de casca de abacaxi: esse é um chá cuja base é uma fruta tropical e portanto, ideal para ser tomado em lugares de climas quentes ou no verão. Além de ser ecologicamente correto, por aproveitar a casca do abacaxi (previamente higienizada) é um chá prá lá de refrescante, que pode ser tomado quente ou gelado. Seu sabor pode variar ao ser combinado com alguns ingredientes como: canela em pau, gengibre, cravo, casca de maçã, ameixa seca ou gotas de limão fresco. 



4) Chá de Jasmin: este chá torna-se ainda mais especial quando feito à partir da flor inteira do Jasmin. São bolas secas que em contato com a água quente brotam magicamente no formato de uma flor. Um chá aromático, suave e delicioso. Tão delicado que merece ser servido em porcelanas especiais. Acompanha muito bem sobremesas e lanches durante o dia, sendo perfeito para o clima da primavera.

5) Chá de capim-limão: mais um chá de sabor único, marcante e refrescante. Excelente para lugares quentes e de clima tropical, sendo super aromático.




domingo, 28 de fevereiro de 2016

Educação Musical, Leitura Partilhada e Inglês para bebês

Não sou de assistir TV, mas tenho tentado acompanhar o The Voice Kids (pela internet, pois posso assistir no dia/hora que quiser e não tem comerciais) e estou amando. Acho que qualquer coisa que envolva música me emociona, tanto que já sugeri vários filmes com essa temática aqui no blog (no Tag: Filmes para Beijar o Padeiro).

Nem preciso dizer que Educação Musical é uma das minhas preocupações na criação de meu filho, né? Se você tem esta mesma preocupação, não pode deixar de ler este artigo. http://comoeducarseusfilhos.com.br/blog/como-introduzir-seus-filhos-corretamente-no-universo-da-musica/?inf_contact_key=47736f2ec6bf7f1d44fbb886802baf5dd2eb291b4e10294b505b0b50b8579210

Estava doida para colocar Gui em algum tipo de aula de iniciação musical mas onde moro só à partir dos 5 anos. Fiquei feliz ao ler esse texto e descobrir que intuitivamente ando dando os primeiros passos para a educação musical dele de forma adequada.

Quando era beeeeem pequeno escutava muito Enya. Com menos de um mês era capaz de ficar uns 40 minutos quietinho, prestando atenção à música. Além disso, ficava regendo com os dedinhos, como quem quisesse acompanhar o ritmo da música (preciso achar um vídeo desses no meu backup para postar aqui). Quando está na casa do avô tem o privilégio de escutar bastante violão (meu pai passa o tempo que está em casa tocando). 

Como aqui nem eu e nem meu marido tocamos instrumentos, só nos sobra apelar para CDs, vídeos e canto. Uma coisa que gosto de fazer é colocá-lo para escutar musicas em inglês. 

Como viajamos muito de carro é um dos principais recursos que uso para entretê-lo: cantar. Impressionante como acalma e acho que o fato de ser em inglês ainda ajuda pelo fato de que é um idioma diferente ao que está habituado a escutar. Tenho a impressão que ele fica quietinho tentando decifrar o que estou falando. 

O mesmo ocorre quando leio historinhas para ele em inglês. Presta mais atenção do que quando é em português. Como tenho poucos livros infantis em inglês, pego os que tenho e vou meio que fazendo uma tradução simultânea. O mais importante é a intonação e a dramatização ao contar a história. 

Gosto muito de intercalar com músicas no meio das histórias, por exemplo: se estou lendo uma historinha e surge uma imagem de um pato, faço uma pausa, canto a musiquinha dos "Five Little Ducks", depois continuo com a história. Não é assim que são feitos os musicais e óperas? Enfim, não li isso em lugar nenhum, mas tenho feito e acho que dá certo. Ele se mantém entretido na atividade de leitura partilhada, ela se prolonga e ainda acrescento uma atividade musical na atividade de leitura...

Sobre o inglês, mesmo que o seu inglês não seja fluente e sua pronúncia perfeita, seu bebê não tem senso crítico nenhum para avaliar isso. Acho que vale a pena investir na ideia, é uma maneira, inclusive de treinar o idioma.

É isso aí, espero que tenham gostado desta dica e que funcionem com vocês... Acho uma boa maneira de estimular o gosto pelos livros, treinar o ouvido musical e a percepção de outro idioma. Beijos e bom domingo!

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Dasafio - malhando com um bebê: dia 3

Oi gente, vou escrever só mais um pouquinho sobre meu desafio, está bom?



Ontem foi o terceiro dia de malhação com Gui e vou dar uma breve resumida sobre como foram os dois últimos dias.

Na quinta levei-o para nadar à tarde, pois abriu uma turma nova que me disseram que ia estar mais vazia. Tão vazia que ele era o único da aula. Espetacular, pois ele ainda está no período de adaptação. Foi a primeira vez que aceitou ficar um bom tempo com o professor, mesmo assim, fiquei na água com eles. Depois que ele nadou estava tão zen que ficou com a moça da limpeza da academia e eu pude fazer 30 minutos de aula de Balance: uma mistura de alongamento com yoga, bem interessante e minha cara! 

Quando terminou essa aula já era hora de voltar pra casa, pois ele dorme cedo e a rotina dele é sagrada! Sou bem rigorosa com horários de dormir e comer, tanto que já precisei dar a papinha dele na academia ou onde quer que eu esteja. Quando saio de casa e acho que tem risco de estar na rua no horário de alguma refeição, levo a comidinha e dou. 


Ontem o treino foi mais desafiador porque não teve ninguém para ficar com Gui. Nos 10 primeiros minutos de aquecimento no Elipticon ele ficou no carrinho ao meu lado. Depois, quando fui fazer a série de musculação ele ficou pelo chão, em meu colo ou agarrado em minhas pernas. Quando terminei a série fui pular corda e alongar na sala de ginástica que estava vazia, depois parei para dar a papinha dele. Quando terminei, estava começando uma aula de zumba. Me arrisquei, mas só durou uns 20 minutos (melhor que nada, né?) com ele zanzando pela sala. Depois achei que ele já estava cansado e já era a hora de voltar pra casa para o ritual do sono dele (banho, escovar dentes, leitura, mamada...).

É isso aí! Só far, so good! Projeto verão 2017 já começou!! 

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Relato: malhando com um bebê


Oi pessoal! Como prometi ontem, o post de hoje vai ser sobre minha decisão de fazer academia levando Gui comigo. 

Como aconteceu? Decidi colocar Gui para fazer natação e que faria musculação na mesma academia enquanto ele estivesse na aula (45 minutos, 3x na semana).

Me inscrevi, fiz avaliação física, tudo direitinho... Quando fui levar Gui pra piscina fui informada de que bebês até 2 anos a mãe precisa entrar na piscina junto. Como assim? Fui bem clara na matrícula de que só estava me inscrevendo porque a única hora que ia poder malhar seria justamente quando Gui estivesse na aulinha de natação. Expliquei a situação e disse que nesse caso ia ser obrigada a cancelar a minha matrícula. 

Foi aí que a proprietária da academia veio tentar me convencer de que era para eu tentar malhar com ele, que outras mães faziam isso, etc. Achei a ideia muito louca, mas quando olhei pro lado o que vi? A mãe de uma bebezinha, que tinha acabado de fazer aula comigo e Gui de natação minutos antes, malhando. A filhinha dela engatinhando pra um lado e pro outro, às vezes o professor tirava de uma zona de risco, às vezes a própria mãe... 

Vendo aquela cena decidi que iria tentar. Voltei no mesmo dia, no turno da tarde, para uma aula experimental. 

Foi assim...
Primeiros 10 minutos: aquecimento no Elipticon com Gui no carrinho ao meu lado.
Série de musculação (curta, pois foi o primeiro dia, apenas três exercícios de perna e mais três de braço): enquanto isso Gui foi passear com a dona da academia.
15 minutos de aeróbico: decidi pular corda e levei Gui comigo para a sala onde tem as aulas. Lá tinham duas mulheres, esperando a próxima aula, que ficaram brincando com ele enquanto eu pulava corda.
Alongamento: fiz com ele me cercando, especialmente agarrado em alguma de minhas pernas.
10 minutos da aula de jump: aí foi mais uma brincadeira para Gui se divertir mesmo. Fiquei pulando na cama elástica com ele no meio. Mas não deixei de queimar umas calorias, não é mesmo?

Pronto! Assim foi o meu primeiro treino... Deu super certo, hein?! Vamos ver como serão os próximos!